Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Casada e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15, gerente numa empresa de Lisboa. Todo mundo me vê como a mulher perfeita: família, casa arrumadinha, sorrisos no trabalho. Mas… tenho esta outra vida. Ele é o meu amante, o homem que me faz tremer. Hoje, menti pro meu marido de novo. ‘Reunião tardia no escritório’, disse, com o coração aos pulos. A aliança no dedo pesa enquanto dirijo pro hotel em Cascais. Sinto a humidade entre as pernas só de pensar nele. Chego, entro no hall, ele já tem a chave. ‘Surpresa, quarto melhor’, sussurra, mão na minha cintura. Subimos, porta fecha, e eu… eu me rendo.

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As mãos dele nas minhas, beijo urgente. ‘Senti tanto a tua falta’, digo, voz rouca. Ele ri baixo, ‘Eu sei, safada’. Tiro a blusa, ele o cinto. Caio de joelhos, desabotoo a calça devagar. O caralho dele salta, duro, veias pulsando. Passo a língua na cabeça, saboreio o pré-gozo salgado. ‘Oh, Ana…’, geme ele, mãos no meu cabelo. Chupo fundo, garganta relaxada, bolas na boca. Adoro este poder, mas ele me puxa pra cima. ‘Agora és minha’. Despimo-nos, pele contra pele. Ele pega as novas algemas, prende-me os pulsos atrás. Luto um bocadinho, mas é fingimento. Joga-me na cama, monta em cima. Entra em mim de uma vez, forte, preenchendo tudo. ‘Fode-me!’, peço, unhas nas costas dele. Bomba bestial, depois lento, olhos nos olhos. Meu corpo arqueia, gozo gritando baixo.

O Segredo que Me Consome

Agora as cordas. Ele sabe que eu amo. Deslizam na pele, frias, apertam ombros, levantam-me as nádegas. ‘Ajoelha-te’, ordena. Estou semi-suspensa, presa à cama de cima. Cona exposta, molhada. Ele atrás, entra selvagem. Coxas batem nas minhas, bolas batem no clitóris. ‘Assim, mais forte!’, gemo. Cada estocada me leva ao céu, gozo uma, duas vezes. Ele não para, agarra ancas, controla tudo. Saio dele, frustra-me ver ele punhetar ao lado, eu imóvel. ‘Por favor…’, imploro. Desata-me, tiro o bâillon-pénis – jelly estranho, mas eficaz. Marca dos dentes nele. Abraçamo-nos, preciso disto tanto como do sexo.

Tomo o controlo. Monto-o, guio o caralho pra dentro, devagar. ‘Sente como te quero’, digo, rebolando. Perdi peso, movo-me livre. Dedos na cona com ele dentro, um, dois, três. Viro costas, fodo reversa, mãos dele nas minhas. Ele goza, jorra quente no meu ponto G. ‘Finalmente…’, sussurra. Descansamos abraçados, carícias suaves. Acordo-o com chupada lenta, caralho endurece na boca. Ele me vira, algema pulsos no teto, uma perna presa, outra. Cona aberta pra ele. ‘Como te sentes?’, ‘Impotente… come-me’. Língua no clitóris, dedos dentro, aspira forte. Gozo violento, puxo cordas, marcas vermelhas nos pulsos e tornozelos.

A Explosão de Prazer Proibido

Ele quer mais. Amarro-lhe mãos e pés, venda nos olhos, bâillon na boca. ‘Boca ou cona?’, provoco. Acena pra boca. Chupo o gland, deep throat, punheto rápido. Geme abafado, goza na minha garganta. Eu… molhada de novo.

Hora de ir. Visto-me depressa, aliança brilha contrastando com marcas na pele. ‘Amanhã no trabalho, ninguém sabe’, penso, excitada. Volto pra casa, marido dorme. Deito-me, sinto o sêmen secar dentro, courbatures. Esta culpa… só me excita mais. Quero repetir. A doble vida é o meu vício.

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