Confissão: Minha Dupla Vida de Casada com uma Amante Secreta

Eu sou a Ana, 36 anos, casada com o Miguel há 12 anos. Dois filhos pequenos, casa em Cascais, gerente num banco no Chiado. Todo mundo me vê como a mulher perfeita: yoga de manhã, reuniões sérias, jantares em família. Mas… ai, meu Deus, isso é só a fachada. Dentro de mim, arde um desejo louco. Tenho uma amante secreta, a Sofia. Ela tem 29 anos, loira, corpo esguio e olhos que me devoram. Colega de outro departamento, mas o que começou com olhares virou uma obsessão. Adoro o risco, o coração aos pulos mentindo pro Miguel: ‘Vou a uma reunião extra, chego tarde’. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o frisson de ser pega… isso me molha toda.

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Ontem foi o pico. Crise no banco, greve, o prédio meio vazio. Mandei mensagem pra Sofia: ‘Penthouse do antigo diretor, porta aberta. 15 min.’ Subi as escadas a tremer, aliança brilhando no dedo, coração martelando no peito. Ela já lá estava, de saia justa, blusa semiaberta. ‘Ana, e o teu marido?’, sussurrou, mas os olhos dela diziam ‘fode-me agora’. Abracei-a contra a parede, beijei com fome, sentindo o cheiro do perfume misturado com suor. O quarto era um paraíso sujo: espelhos por todo lado, placards cheios de brinquedos – dildos de silicone, vibradores, óleos, até um Sybian inútil sem luz. ‘Olha isto…’, disse ela, pegando um frasco de óleo de violeta. Derramamos na pele uma da outra, mãos escorregadias nas tetas duras, mamilos intumescidos.

A Vida Perfeita que Esconde o Fogo

Não aguentei. Arranquei a saia dela, culottes encharcadas. ‘Estás tão molhada, caralho’, gemi, ajoelhando. A cona dela, loira e inchada, pulsava. Lambei devagar, língua no clitóris, sugando os lábios carnudos. ‘Ana… oh foda-se, mais fundo’, implorou ela, mãos no meu cabelo. Enfiei dois dedos, bombeando rápido, sentindo as paredes quentes contraerem. Ela gozou gritando baixo, sucos escorrendo pela minha cara. Troca: ela me deitou no sofá de couro, pernas abertas. ‘A tua aliança no meu clitóris… safada’, riu, esfregando. Lambeu-me a cona como uma puta faminta, língua furando o cu também, dedos no grelo. Eu tremia, suor pingando entre as tetas. Peguei um strap-on grosso do armário, cingi. ‘Fode-me já, antes de ires pra casa’, pediu. Penetrei-a de quatro, vendo no espelho: a minha mão casada na anca dela, colisão molhada, slap-slap. Bombei forte, rápido – 20 min no máximo. Ela gozou outra vez, cona apertando o pau falso, eu jorrando nela. Eu vim logo depois, corpo convulsionando, mordendo o lábio pra não gritar alto. Risco total: portas abertas, alguém podia entrar.

Vestimo-nos a correr, beijos apressados. ‘Amanhã de novo?’, piscou ela. Desci, pernas bambas, cona latejante, cheiro de sexo na pele. Cheguei a casa, Miguel: ‘Como foi a reunião?’. Sorri: ‘Cansativa, mas boa’. Banho rápido, jantar, cama. Deitada ao lado dele, toquei-me discretamente, revivendo. O segredo me excita mais que o sexo. Sou a boa esposa de dia, a puta lésbica de noite. Culpada? Pouco. Viciada? Completamente. O próximo risco já me faz molhar.

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