Sou a Inês, 38 anos, casada com o Pedro há 12 anos. Vida perfeita em Lisboa: casa no Chiado, trabalho como gerente de banco, jantares românticos aos fins de semana. Todo mundo me vê como a esposa dedicada, a profissional impecável. Mas… tenho uma dupla vida. O Ricardo, meu amante, é um cliente antigo, alto, forte, daqueles que cheiram a perigo. Primo distante pelo lado da mãe, mas isso só aumenta o frisson. Hoje, mandei mensagem pro Pedro: ‘Reunião de emergência no escritório, chego tarde’. Mentira. Meu coração bate forte enquanto dirijo pro motel na periferia, as mãos suadas no volante. Olho pro anel de ouro no dedo anelar. Ele brilha, me lembrando do voto. Mas a cona já lateja de expectativa. E se o Pedro liga? E se alguém me vê? Isso me excita mais.
Chego ao quarto escuro. Ricardo espera, camisa aberta, olhos famintos. ‘Finalmente, Inês. Tava louco pra te foder.’ Puxa-me pela cintura, beija com força, língua invadindo minha boca. Sinto o pau dele duro contra minha barriga. ‘Rápido, amor. Tenho que voltar antes das nove.’ Ele ri baixo: ‘Adoro quando você tá com pressa, casadinha.’ Rasga minha blusa, morde meus mamilos duros. Eu gemo, pernas tremendo. ‘Tira a saia.’ Obedeço, calcinha encharcada. Ele me joga na cama, abre minhas coxas. ‘Olha essa coninha molhada, toda pra mim.’ Lambe devagar, chupando o clitóris até eu arquear as costas. ‘Porra, Ricardo… vai, me come!’ Ele se levanta, pau grosso e veiudo na mão. ‘Olha pro teu anel enquanto eu te fodo.’ Empurra tudo de uma vez, fundo, me preenchendo. Eu grito: ‘Caralho, que pau grande!’ Ele mete forte, rápido, cama rangendo. Suor escorrendo, cheiro de sexo no ar. ‘Você é minha puta secreta.’ Eu cravo as unhas nas costas dele: ‘Mais forte, me faz gozar!’ Sinto o orgasmo vindo, cona apertando o caralho dele. Ele goza dentro, quente, gemendo no meu pescoço. ‘Toma meu leite, Inês.’ Ficamos ofegantes, só dois minutos pra recuperar.
O Segredo que Acelera Meu Coração
Visto-me às pressas, espelho mostra rosto corado, cabelo bagunçado. Passo perfume pra disfarçar o cheiro de porra e suor. ‘Volto amanhã?’, pergunto, beijando-o. ‘Sempre, minha vadia casada.’ Saio, pernas moles, coração disparado. No carro, ligo pro Pedro: ‘Tô a caminho, amor. Saudade.’ Chego em casa, ele me abraça: ‘Cansada, hein?’ Sorrio, beijo casto. ‘Dia louco.’ No chuveiro, sinto o esperma dele escorrendo ainda, misturado à água. Culpa? Pouca. Mas o tesão do segredo… ah, isso me consome. Amanhã, no banco, vou fingir normalidade, mas debaixo da saia, a cona vai pulsar lembrando. Essa dupla vida é meu vício. O risco de ser pega? É o que me faz viva.