Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Casada e Amante Secreta

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, engenheiro sério como eu sou contabilista num escritório em Lisboa. De fora, somos o casal perfeito: casa em Cascais, jantares de família aos domingos, viagens de férias planeadas ao pormenor. Mas… ai, mas há ele. O Miguel, o meu amante há seis meses. Colega de um cliente, alto, olhos escuros, sorriso que me derrete. Tudo começou num coffee-break inocente, mas agora é fogo puro.

Hoje, menti ao João outra vez. ‘Reunião tardia no escritório, amor. Não me esperes acordado.’ Ele acreditou, como sempre. O coração batia-me forte no elevador do prédio dele, no Chiado. Olhei para a minha aliança a brilhar no dedo, sentindo-me culpada… mas tão excitada. O risco de ser apanhada? É isso que me vicia. Subi as escadas a correr, pernas a tremer. Ele abriu a porta só de calças de fato de treino, peito nu, cheiro a aftershave misturado com suor do ginásio. ‘Entra, minha puta secreta’, sussurrou, puxando-me para dentro.

O Segredo que Me Queima Por Dentro

Fechou a porta e colou-se a mim contra a parede. Beijávamo-nos com fome, línguas enroscadas, mãos por todo o lado. ‘Sentes falta disto, não sentes?’, murmurou ele, apertando-me os seios por cima da blusa. Arranquei-lhe as calças, o caralho já duro como pedra saltou para fora. Deus, adoro isso. Caí de joelhos ali no corredor, mesmo antes de chegarmos ao quarto. Engoli-o inteiro, chupando com força, saliva a escorrer. Ele gemia: ‘Assim, Ana, engole tudo, sua safada casada.’ O meu coração martelava, imaginando o João a dormir em casa.

Levantou-me e arrastou-me para o quarto. Luz baixa, cama desfeita como naqueles sonhos proibidos. Despi-me depressa, saia no chão, collants rasgados. Ele deitou-me na cama, abriu-me as pernas. ‘Estás encharcada, cona molhada só de pensar nisto.’ Lambeu-me devagar, língua no clitóris, dedos dentro de mim. Gritei baixinho: ‘Mais, Miguel, fode-me já!’ Ele riu-se, safado, e meteu dois dedos, fodendo-me rápido enquanto chupava. Gozei ali, corpo a tremer, unhas cravadas nas costas dele. ‘Boa menina’, disse ele, subindo para cima de mim.

A Noite Explosiva e o Regresso a Casa

O caralho dele entrou em mim de rompante, grosso, enchendo-me toda. Fodia-me com força, cama a ranger, corpos suados a bater. ‘Diz que és minha puta’, mandou ele. ‘Sou a tua puta, Miguel! Fode esta cona casada!’ Respondi, voz rouca, pernas enroscadas na cintura dele. Virou-me de quatro, agarrou-me os cabelos, bombava sem dó. Sentia o caralho a pulsar, bolas a bater no cu. ‘Vou gozar dentro de ti’, grunhiu. ‘Sim, enche-me, mas tira antes!’ – mentira, adoro o risco. Gozou mesmo no fundo, quente, jorrando. Eu vim de novo, cona a apertar, extase puro.

Ficámos ali ofegantes, uns minutos só. Depois, pânico: ‘Tenho de ir, João pode estranhar.’ Vestimo-nos às pressas, beijo final molhado. ‘Volta depressa, minha viciada’, piscou ele. Saí para a rua fria, pernas bambas, esperma a escorrer pelas coxas. No carro, olhei o espelho: cabelo despenteado, baton borrado, mas sorriso culpado. Cheguei a casa às duas da manhã. João dormia. Tomei duche rápido, mas o cheiro dele ficou na pele. Deitei-me ao lado do marido, aliança fria no dedo, cona ainda sensível. Amanhã sou a Ana perfeita de novo. Mas no fundo, sei: esta dupla vida é o meu oxigénio. O segredo guardado? Pura adrenalina. Mal posso esperar pela próxima mentira.

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