Eu sou a Inês, 35 anos, casada com o Rui há dez anos. Gerente de contas numa firma de Lisboa, vida impecável: casa arrumadinha nos subúrbios, jantares em família aos domingos, yoga às manhãs. Toda a gente me vê como a mulher perfeita, fiel, dedicada. Mas… há o meu segredo. Tudo começou com as tentativas de engravidar. FIV falhadas, uma atrás da outra. Perdi a libido com o Rui. Ele ainda tenta, mas eu finjo. Um dia, disse-lhe: ‘Vai ver outra, amor. Só até eu voltar ao normal.’ Ele recusou. Mas eu… eu não resisti.
O Tomás, marido da minha melhor amiga, a Marta. Colegas de longa data, saímos sempre os quatro. Ele é alto, forte, professor como o Rui. Sempre senti um formigueiro quando ele me olhava. Depois daquela conversa com o Rui, confessei-me à Marta sobre os nossos problemas. Ela riu, disse que o Tomás também tinha as dele. Uma noite, num jantar, trocámos mensagens. ‘Quero-te’, escreveu ele. O coração disparou. Começou assim. Encontros rápidos em cafés, toques escondidos. Mas o desejo crescia. Eu adoro o risco, o proibido. A aliança no dedo esquerdo brilha enquanto penso na pila dele dura.
O Segredo que Começou por Acaso
Ontem… Meu Deus, ontem foi perto demais. O Rui avisou que ia atrasar-se no trabalho, mas podia voltar cedo por causa duma reunião cancelada. Eu mandei mensagem ao Tomás: ‘Vem já. Agora.’ Ele chegou em 15 minutos, porta fechada às escondidas. Entrou na cozinha, olhos famintos. ‘Inês, estás louca, ele pode aparecer.’ Mas agarrei-o, beijei com força. Senti o cheiro dele, suor fresco, misturado com o meu perfume de casada. Tirei-lhe a camisola, mãos trémulas. Ele baixou-me as calças, cuecas de renda que o Rui adora. ‘Fode-me rápido, por favor.’ Levou-me para a nossa cama. O coração batia tão forte que doía no peito.
O Encontro Explosivo e o Regresso à Normalidade
Deitei-me de costas, pernas abertas. Ele cuspiu na mão, lubrificou a cona já molhada. ‘Estás ensopada, puta casada.’ A pila dele, grossa, veiuda, entrou de rompante. ‘Ahhh! Mais forte!’ Gemi baixo, medo de os vizinhos ouvirem. Ele bombava, coxas batendo nas minhas, o saco a bater no cu. Olhei para a aliança: brilhava ao ritmo dos empurrões. ‘Imagina se o Rui entra agora’, sussurrei, excitada com o risco. Ele riu, acelerou. Virou-me de quatro, mão na boca para abafar gemidos. Metia fundo, roçando o ponto G. ‘Vou gozar na tua cona de casada.’ Senti-o pulsar, jatos quentes a encher-me. Gozei tremendo, unhas cravadas nas lençóis que partilho com o marido.
Cinco minutos depois, ele saiu pela porta das traseiras. Eu arrumei tudo: lençóis na máquina, cheiro de ambientador. O Rui chegou meia hora depois. ‘Tudo bem, amor?’ Beijei-o, sentindo o esperma do Tomás a escorrer devagar. Sorri, culpada mas viva. Jantámos, falámos do dia. De noite, fingi cansaço para não transar. Mas no duche, toquei-me, revivi tudo. O segredo arde em mim. Amanhã vejo a Marta, sorrio como se nada. Ela não sabe que o marido me fode melhor que ninguém. Esta dupla vida… vicia. O risco faz-me pulsar. Quero mais. Muito mais.