Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Miguel, um advogado respeitado. De dia, sou consultora numa firma top em Lisboa, ternos impecáveis, reuniões intermináveis. Ninguém imagina. Mas à noite… ai, à noite eu vivo outra vida. Tudo começou com o João-Pedro, um consultor francês em missão aqui. O Patrick, dono do hotel onde ele fica, ‘ofereceu-me’ como Ingrid, a escort VIP. Fingi, mas caí de amores. Ele acha que sou solteira, perigosa. Eu? Uso a aliança no dedo esquerdo, mas escondo-a quando nos vemos.
Ontem, no consulat francês, alta sociedade, smokings e vestidos vaporosos. Eu lá, de rosa e preto, quase transparente no peito, com um cliente chato, o adido cultural, um tipo alto de 50 anos, grisalho. Vi-o de longe: o João-Pedro, com a Clara, uma morena bi da agência, tetos fartos, riso grave. Meu coração acelerou. Eles riam, tocavam-se. Ciúmes? Sim, uma pontada. ‘Ele é meu’, pensei. ‘Só meu para foder em segredo’. Minha cona já latejava só de imaginar. O risco… marido em casa, evento cheio de gente conhecida. Mas eu adoro isso. Saí cedo, pretextando dor de cabeça. Corri para o hotel. Patrick avisou: ‘Ele está lá, sozinho agora’.
O Segredo que Me Consome
Subi as escadas a tremer. Coração na garganta. Bati à porta do 312. Ele abriu, olhos esbugalhados. ‘Ingrid? O que fazes aqui?’ Eu empurrei-o para dentro, fechei a porta. ‘Calado. Preciso de ti agora.’ Beijei-o com fome, língua dentro da boca dele, mãos no peito largo. Senti o pau dele endurecer contra mim. ‘Estás com a Clara?’, perguntei, voz rouca. ‘Sim, mas… tu?’ Ri baixo. ‘Esquece-a. Eu sou a verdadeira.’ Tirei o vestido devagar, só em lingerie preta, meias até as coxas. Ele gemeu. ‘Laure… és casada?’ Olhei a aliança brilhando. ‘Sim. E isso excita-me mais.’ Agarrei-lhe a gravata, puxei para a cama.
O Sexo Urgente e o Regresso à Rotina
Deitei-me de pernas abertas, cona molhada ensopando o fio dental. ‘Vem, fode-me rápido. Tenho de voltar antes que o marido acorde.’ Ele baixou as calças, caralho grosso, veias saltadas, cabeça vermelha pingando pré-gozo. Chupei-o um segundo, engoli até à garganta, saliva escorrendo. ‘Caralho, Ingrid, és uma puta.’ ‘Só para ti.’ Ele meteu de uma vez, fundo, rasgando-me. ‘Ahhh! Mais forte!’ Gritei baixo, unhas nas costas dele. Batia com força, cama rangendo. Sentia a aliança fria contra a pele quente do cu dele enquanto o apertava. ‘Gozar dentro? Sim, enche-me a cona!’ Ele acelerou, bolas batendo no meu rabo. Eu gozei primeiro, cona contraindo, sumos escorrendo pelas coxas. ‘Porra, sim!’ Ele explodiu, jatos quentes enchendo-me, transbordando. Caímos ofegantes, suor misturado, cheiro de sexo no ar.
Levantei-me a cambalear, cona ardendo, esperma escorrendo pernas abaixo. Limpei com lenços, vesti-me às pressas. ‘Vou-te ligar, mas discreto.’ Ele, ainda nu, pau mole brilhando: ‘Laure, fica.’ ‘Não dá. Vida real chama.’ Desci, ar fresco da noite no rosto corado. Cheguei a casa às 3h. Miguel dormia, roncos suaves. Tomei banho rápido, água quente lavando o pecado, mas não o prazer. Deitei-me ao lado dele, aliança no dedo, cona ainda palpitante. Sorri no escuro. Amanhã, reuniões normais. Mas dentro de mim, o segredo queima. Sou casada certinha… e vadia secreta. Adoro esta dupla vida. O risco? Faz-me gozar mais forte. Quem sabe o próximo?