Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada e Amante Secreto em Lisboa

Eu sou a Ana, 36 anos, gerente de banco no Chiado. Casada há 10 anos com o João, casa perfeita, jantares em família. Toda a gente acha que sou a mulher ideal. Mas toda quarta-feira, minto: ‘Reunião tardia no escritório’. Na verdade, vou para o quarto minúsculo do Pedro, o estagiário de 24 anos, no Bairro Alto. O coração bate-me forte no elevador. Olho para a aliança no dedo, brilha como um lembrete. ‘Só hoje’, penso. Mas o desejo vence sempre.

Chego, ele abre a porta com aquele sorriso maroto. Papéis espalhados na mesa – fingimos rever relatórios para os exames dele. Sentamo-nos na cama estreita, pernas encostadas. O ar cheira a jasmim do perfume dele. Conversamos, rimos. Mas sinto a humidade entre as pernas. Ele aproxima-se, beija-me o pescoço. ‘Não, Pedro, tenho de ir cedo. O João espera-me.’ Ele ri baixo: ‘Só um bocadinho, Ana. Ninguém sabe.’ A mão dele na minha coxa. O meu pulso acelera. Penso no marido em casa, mas o calor sobe. Cedo.

A Rotina Falsa e o Desejo que Queima

Viramo-nos de concha, ele atrás de mim. A picha dele já dura, encostada às minhas nádegas. Sem cuecas, sinto o calor. ‘Sem borracha, ok?’, sussurra. Eu aceno, excitada pelo risco. Ele baixa-me as calças devagar, dedos no elástico das cuecas. Enfia o dedo na minha cona molhada. ‘Estás ensopada, safada.’ Gemo baixo, mordo o lábio. Ele roça o caralho na minha racha, o pré-gozo lubrifica tudo. Empurra devagar. Entra todo, nu, quente. ‘Ai, fode, que bom.’ Bato as ancas contra ele, urgente. A aliança roça a pele dele, contraste louco. Ele agarra-me os seios, belisca os mamilos duros. Acelero, cona a apertar a picha grossa. ‘Mais forte, Pedro!’ Ele fode-me impiedoso, bolas a bater no cu. Sinto o orgasmo vir, aperto as coxas. Gozo tremendo, silenciosa, o quarto gira.

A Foda Rápida e Proibida no Quarto Escuro

Ele não para. Puxa-me de joelhos, abre as nádegas. ‘Quero o teu cu, Ana.’ ‘Não, dói!’, protesto fraca. Mas ele lambe, saliva quente no buraco apertado. Aponta a picha, empurra. Entra o cabeza, arde delicioso. ‘Devagar…’, peço. Ele mete mais, o cu engole tudo. Fodo de volta, mãos no clitóris. Ele geme: ‘Vou gozar dentro!’ Eu: ‘Sim, enche-me!’ Ele explode, jatos quentes no cu, sinto escorrer. Gritamos abafado no travesseiro. Corpo suado colado, trememos minutos.

Visto-me a correr, relógio marca 20h. Beijo-o rápido: ‘Sem mensagens, ok? Amanhã no banco, normais.’ Desço as escadas, pernas bambas, cu a pulsar com o sêmen dele. No carro, aliança no volante, sorrio culpada. Chego a casa, João dorme no sofá. ‘Tudo bem?’, pergunta sonolento. ‘Sim, cansada.’ No banho, toco-me ainda molhada, revivo tudo. O segredo arde em mim. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta. Mal posso esperar pela próxima quarta. O risco? É o que me faz viva.

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