Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada e o Amantesco Secreto

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, um engenheiro calmo e dedicado. De dia, sou gerente de contas num banco em Lisboa, saias lápis, cabelo apanhado, sorriso profissional. Ninguém suspeita. Mas… tenho um segredo. O Miguel. Ele é detective, daqueles que cheiram o perigo a léguas. Conhecemo-nos num caso no banco, há meses. Desde então, é fogo puro. Hoje, cheguei ao apartamento dele sem avisar. O coração batia forte no elevador. ‘E se o João liga?’, pensei, tocando a aliança no dedo. Brilhava, fria, contra o calor da minha pele. Abri a porta com a chave que ele me deu – um risco enorme. Ele estava no sofá, copo de whisky na mão. ‘Ana? Como entraste?’ Sorri, nervosa. ‘Sabes que tenho jeito para estas coisas.’ Ele riu, olhos famintos. Sentei-me ao lado, pernas cruzadas, saia subindo um pouco. Conversámos do costume: o meu dia chato, o dele perigoso. Mas o ar pesava. Toquei-lhe no braço. ‘Sinto falta disto.’ Ele largou o copo. ‘Eu também, mas tens de ir embora cedo.’ Sim, o João esperava-me em casa com o jantar. Culpa? Um bocadinho. Mas o desejo… ah, era mais forte. Ele cheirava a homem, a risco. Inclinei-me, beijei-o devagar. A aliança roçava o colarinho dele. ‘Para’, murmurou, mas as mãos já me apertavam a cintura. Levantei-me, tirei a blusa. ‘Só um bocadinho.’ Ele puxou-me para o colo. Senti-o endurecer contra mim. O coração martelava. ‘E se alguém bater à porta?’ sussurrei, excitada com o medo. Ele riu baixo. ‘Então f*de-me já.’

Não aguentei. Desabotoei-lhe as calças, tirei as cuecas. O caralho dele saltou, duro, quente, latejante. Segurei-o, acariciei devagar, sentindo as veias pulsar na palma. ‘Quero-te dentro de mim’, gemi. Ele rasgou-me as collants, empurrou a saia para cima. Sem preliminares longos – urgência pura. Montei-o no sofá, guiei a cabeça grossa para a minha cona molhada. Desci devagar, gemendo alto. ‘Caralho, Ana, estás ensopada.’ Sim, estava. Ele encheu-me toda, esticando as paredes húmidas. Comecei a mexer, rápido, ritmado. Mãos dele nas minhas tetas, apertando os mamilos duros. ‘Mais forte’, pedi, ofegante. Ele f*dia de baixo, socos profundos, o sofá a ranger. O suor escorria, misturava-se. Olhei para a aliança – brilhava enquanto eu cavalgava o caralho dele como uma puta. ‘Vais gozar?’, grunhiu ele. ‘Sim… f*de-me até eu explodir.’ Acelerei, cona apertando-o, clitóris roçando a base. O orgasmo veio brutal, ondas quentes, gritei o nome dele. Ele veio logo, jatos quentes dentro de mim, enchendo-me. Ficámos colados, ofegantes, por segundos. ‘Incrível’, murmurou.

O Segredo que Começa a Queimar

Levantei-me a tremer, esperma a escorrer pelas coxas. Limpei-me rápido no casa de banho, vesti-me. ‘Tenho de ir.’ Beijei-o uma última vez. Saí, pernas bambas, no táxi para casa. O João abriu a porta: ‘Onde estavas?’ ‘Reunião extra’, menti, sorrindo. Jantámos, falei do trabalho. Debaixo da mesa, sentia o esperma secar na pele. Culpada? Um pouco. Mas excitada? Demais. Amanhã, volto à rotina: mulher perfeita, mãe atenta. Mas no fundo, sou esta: viciada no risco, no segredo. O frisson de quase ser apanhada… faz-me querer mais. E o Miguel? Ele sabe que sou casada. Isso torna tudo mais bom. Dupla vida. Perfeita imperfeição.

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