Eu sou a Ana, 35 anos, casada há 10, gerente num banco em Lisboa. Vida perfeita: marido estável, casa arrumadinha, fins de semana em família. Mas há meses falo com o Miguel online. Ele de Porto, chats quentes, fotos safadas. Digo ao marido que hoje janto com colegas de trabalho. Mentira fácil. Coração já bate forte quando saio de casa, a aliança no dedo pesa como culpa.
Estação de Santa Apolónia, imensa, gente a correr. Vejo-o a 20 metros, como combinado. Alto, tímido como nas fotos. Eu, saia lápis, blusa discreta, óculos para parecer séria. Ele aproxima-se, trémulo. ‘Estás bem? És tu mesmo?’ Digo que sim, voz falha um pouco. Andamos, perdidos no meio da multidão. Proponho um passeio no Terreiro do Paço, o ar fresco acalma. Falo da rotina, do marido chato, do stress no trabalho. Ele ouve, olhos fixos nos meus. Gosto disso, do risco. E se alguém nos vê? A aliança brilha ao sol, mas a mão dele roça a minha de raspão. Adrenalina sobe.
O Segredo Começa na Estação: Tensão Entre Rotina e Desejo
No restaurante no fundo do Terreiro, mesa isolada. Peço vinho, ele café – estranho, mas sexy. Conversa flui: o ex dele, as minhas frustrações. Olhos dele descem à minha blusa, vejo o decote. ‘Gostas?’, pergunto baixo. Ele cora. Saímos às 22h, Get 27 na mão, riso nervoso. Levo-o ao meu apartamento – marido pensa que estou fora. Portão rangente, entro primeiro. Luz apaga-se de repente, só luar da rua. Coração explode. ‘Vou ver o disjuntor’, digo. Ele larga a mala, pega na minha mão. Outra na cintura. Recuo para o sofá. Encaramo-nos. ‘Amizade é bom, mas quero mais…’, sussurro. Beijo na bochecha, depois lábios. Língua procura a dele. Mordo leve. ‘Calma…’, diz ele.
Hesito, mas mãos dele no meu rosto. Beijo fundo, urgente. Ele tira-me a blusa, eu os sapatos. Beijo o peito dele, desço ao umbigo. Jeans apertado, mas sinto o caralho duro. Ele ergue-me, deita no sofá. ‘Tira tudo e brinca comigo…’, peço rouca. Ele obedece, nu atrás de mim. Beija pescoço, mão no rabo. Levanta saia, arranca cueca. ‘Brinca no meu clitóris…’, gemo. Dedos dele tocam, molhada já. Vira-me de cabeça para baixo, cu no ar. Língua no clitóris, chupa forte. ‘Não sei o que fazes, mas não fecho os olhos!’, grito. Orgasmo vem rápido, tremo toda.
A Noite de Sexo Cru e o Prazer do Retorno à Vida Normal
Eu desço, froto cona no caralho dele pela saia. Chupo base, engulo devagar, garganta funda. Ele geme, para-me. Levanta-me contra parede. ‘Fode-me…’, imploro. Entra devagar, duro, fundo. Pernas na cintura dele, fodo no ar. Tira saia, sutiã fica. ‘Não tires, fode mais!’, mando. Acelera, suado. Muda: levrette no sofá. Mãos nas ancas, bate forte. Desaperta sutiã, apalpa tetas pequenas. ‘Mais rápido!’, peço. Cambro, ele agarra ombros. Sinto caralho pulsar. ‘Vem, goza dentro!’, urro. Ele explode, quente, fundo. Eu gozo atrás, tremendo, gritando baixo. Desliza fora, dehancheio para mais.
Caio no sofá, exausta. Ele deita ao lado. ‘Aí estás tu, finalmente… boa noite.’ Arrumo rápido: cueca no chão, cheiro de sexo. Ele vai embora de táxi. Volto à rotina, marido dorme. Lavo-me, aliança molhada. Culpa? Pouca. Excitação sim: segredo guardado, corpo ainda pulsa. Amanhã banco, sorrisos falsos. Mas lembro o caralho dele, o risco. Quero mais. Esta dupla vida… vicia.