Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Casada e a Foda Anal Proibida

Sofia: Anda lá, dois cafés duplos. Agora conta tudo desde o princípio!

Eu: Desde o início? Ai, Sofia… Começou com a avaria do carro. Eu, casada, vida certinha, advogada no gabinete… Mas precisei ir ao casamento da Cathie. O marido emprestou-me o coupé sport do David, fixe, mas a estrada longa. Cathie disse para ficar em casa do irmão dela, o Miguel. Nunca o vira, mas ela jura que é um santo. Cheguei tensa, coração a bater forte.

O Início do Segredo e a Tensão Crescente

Sofia: E ele?

Eu: Liguei antes, voz calma, disse que o quarto estava pronto, garage livre. Parei o carro, saí… Lá estava ele à porta. Alto, mãos grandes, olhos que perfuram. ‘Olá’, só isso, mas o meu aliança no dedo brilhava ao sol. Ele pegou a mala, mostrou o quarto, casa de cidade pequena, jacuzzi na casa de banho. Tomei duche rápido, desci. Ele embrulhava prenda de casamento, ofereceu vinho. Falámos até meia-noite de Cathie e do noivo. Subi, morta de cansaço, mas o corpo… inquieto.

Sofia: E no dia seguinte?

Eu: Acordei com o braço a doer, tendinite da condução. Ele preparou pequeno-almoço, deixou bilhete com chaves. Foi correr. Depois do cabeleireiro, ele elogiou-me antes do casamento. Levou-me, mas andou ocupado. Só falámos às 5 da manhã, café ao lado. Vi que ele notou a dor no braço. ‘Vem ao meu consultório, sou kiné’, disse. Pensei: ‘O que quer este?’ Mas fui. Blusa branca, profissional… mas o coração acelerado.

Sofia: E aí…?

O Êxtase Anal e o Retorno à Rotina

Eu: Ele examinou, massageou. ‘Não é articular, é stress muscular. Despe-te, vê o ombro’. Eu… despi o topo, só jeans e tanga. Deitei de barriga para baixo. Mãos quentes, óleo… Deus, derreti. Massageou costas, pernas. Dedos roçaram a tanga, eu molhada já, a aliança fria contra a pele quente. Não parei. Ele tirou o jeans, nu total. Carícias nas nádegas, no cu… Eu gemi baixo. ‘Relaxa’, murmurou. Dedo no cu, devagar, eu cambreei, ondulando. Polegar na cona, língua no cu… Gozei forte, corpo a tremer.

Sofia: Continua, caralho!

Eu: Pedi para se despir, vi no espelho a pila dura, grossa. Virei, a quatro patas na mesa. Ele cuspiu, entrou no cu devagar… Ai, Sofia, empalado em segundos. Batia forte, eu punhetava a cona, gozei de novo, gritando. Caí, levrette, ele fodia o cu sem piedade. Senti-o perto, virei, mama na boca dele, engoli a pila. Dedo no cu dele, mamou até gozar, engoli tudo, quente, salgado. Dez minutos no chão, suados, aliança suja de óleo e porra.

Sofia: Loucura…

Eu: Jacuzzi depois, água quente a lavar o pecado. Café no salão, cumplicidade nos olhares. Parti, cheguei a casa antes do marido. Beijei-o, jantei normal, mas o cu latejava, molhada só de lembrar. Ele dorme, eu aqui, excitada pelo risco. Amanhã no gabinete, certinha, mas o segredo queima. Quero mais… e se ele souber? O frisson… vicia.

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