Confissão: Minha Dupla Vida de Casada e as Fodas Secretas na Praia Proibida

Eu sou a Maria, casada há dez anos com o João, professor auxiliar na universidade de Lisboa. Vida impecável: casa arrumadinha nos subúrbios, aliança no dedo, jantares em família. Mas… ai, meu Deus, tenho esta dupla vida que me deixa a molhada só de pensar. O Miguel, esse espanhol culto que conheci numa festa académica, com those olhos pretos e pau enorme. Faz meses que nos vemos às escondidas. Hoje, depois de corrigir provas de exame até meia-noite, mandei mensagem pro João: ‘Vou visitar a mãe em Cascais, fico lá’. Coração a bater forte, mãos a tremer. Ele acreditou. Encontrei o Miguel na estrada pro Algarve, numa cala isolada perto de Sagres. ‘Vem depressa, amor, os amigos já estão lá’, disse ele ao telefone. Eu, com a saia curta, sem cueca, sentindo o vento entre as pernas. Culpa? Um bocadinho. Excitação? Muito mais.

Chegámos de noite, a praia deserta, só o mar a rugir. O Miguel e os amigos dele, a Inês e o Rui, nus à volta duma fogueira. ‘Entra na brincadeira, Maria’, piscou ele. Tirei a roupa devagar, a aliança a brilhar à luz do fogo. O coração martelava: e se alguém aparece? Eles já fumavam um charro, riam. Sentei-me na toalha, o Miguel ajoelhou-se, beijou-me os seios. ‘Estás molhada, safada casada’, murmurou, enfiando dois dedos na minha cona ensopada. A Inês aproximou-se, tocou-me as coxas. ‘Deixa ver essa aliança enquanto te chupo.’ Eu hesitei… mas abri as pernas. O Rui olhava, o pau dele a endurecer. O risco… foda-se, adoro isto.

O Mentira que Eu Conte e a Tensão do Desejo

Não aguentei. Virei-me de quatro, bunda ao alto. O Miguel cuspiu na mão, lubrificou o cu. ‘Queres no cu, como da outra vez?’ ‘Sim, fode-me o cu depressa, antes que eu tenha de voltar.’ Ele enfiou o pau grosso, devagar no início, depois bombeou forte. ‘Ahhh, caralho, que cu apertado!’ Eu gemi, sentindo cada centímetro, o contraste da aliança fria contra a areia quente. A Inês ajoelhou à frente, enfiou-me a língua na cona, chupando o clitóris inchado. O Rui masturbava-se, depois meteu na boca da Inês. ‘Olha pra eles, Maria, mostra como és puta.’ Eu via tudo, o fogo crepitando, ondas a bater. O Miguel acelerou, ‘Vou gozar dentro!’, e encheu-me o cu de porra quente. Eu explodi, pernas a tremer, gritando baixo pra não alertar ninguém. Rápido, sujo, perfeito. Cinco minutos de foda insana.

Depois, vesti-me a correr, cheiro de sexo e suor no corpo. ‘Amanhã de novo?’, piscou o Miguel. Beijei-o, corri pro carro. Voltei pra casa às 2h, o João dormia. Tomei banho rápido, deitei-me ao lado dele, ainda com porra a escorrer. Ele acordou, ‘Tudo bem, amor?’ ‘Sim, só cansada.’ Sorri no escuro, tocando a aliança. O segredo guardado, o risco… fico excitada só de lembrar. Amanhã, mais aulas, mais rotina. Mas no fundo, sou esta puta secreta. E adoro.

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