Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada e as Fodas Secretas que Me Fazem Tremer

Cheguei a correr ao corredor do escritório, o coração aos pulos. A porta da sala de reuniões estava ali, a metros. Parei um segundo, respirei fundo. Ajustei a saia lápis, preta, que ainda tinha vincos. Testemunhas mudas da noite louca. Não, da hora louca. A cueca, enfiada à pressa, roçava na cona inchada, molhada. Molhada de mais. Deslizei a mão entre as coxas, depois pelas nádegas, a tentar ajeitar o tecido fino. Irritava, caralho. Esperava que a humidade não traspassasse a saia. Mentalmente, notei: pernas fechadas o resto da reunião.

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A blusa branca, abotoada até cima, escondia a renda vermelha do soutien. Pouco regulamentar para uma gerente casada como eu. 35 anos, marido em casa com os miúdos, vida perfeita em Lisboa. Profissional séria na tech firm. Mas… ai, o João. O meu subordinado, 28 anos, olhos pretos que me devoram. Ele sabe. Eu sei. Ninguém mais. O risco… fode-me o juízo. Adrenalina pura. Apertei a aliança no dedo anelar, fria contra a pele quente. Entrei.

O Segredo que Me Consome Antes da Reunião

A tensão na sala era palpável. Reunião crítica com o cliente grande, tipo inimigo à espreita. Eu, última a chegar. Todos nos postos: o diretor, o João ao lado da secretária. Postei-me atrás, fingindo controlo. Olhei o ecrã: prazos apertados, 3 minutos até decisão. Estranho, pensei. Armadilha? O João virou-se um segundo, piscou. Sorri por dentro. Culpa? Sim, um bocado. Mas excitação? Mil vezes mais.

Volto atrás. Há meia hora, no armazém ao fundo do prédio. ‘Rápido, Joaozinho, tenho reunião’, sussurrei, puxando-o para dentro. Porta fechada, mas frágil. Ele colou-se a mim, mãos nas minhas tetas. ‘Quero-te agora, mana casada’, rosnou. Beijei-o com fome, língua dentro da boca dele, mão no caralho já duro por baixo das calças. Desabotoei-o, agarrei aquela verga grossa, pulsante. ‘Fode-me, mas devagar, ouviu?’ Mentira. Queria selvagem.

A Foda Rápida e Selvagem no Armazém

Ele levantou-me a saia, rasgou a cueca de lado. Dedos na cona ensopada. ‘Estás uma piscina, puta secreta.’ Gemí baixo, mordi o lábio. Enfiou dois dedos, mexendo, enquanto chupava o meu pescoço. Aliança brilhava na mão que o masturbava. Contraste doentio, excitante. ‘Mete-o todo, caralho.’ Ele obedeceu, virou-me de costas contra as caixas. Pernas abertas, caralho na entrada da cona. Empurrou forte, encheu-me até ao fundo. Ai, Jesus. Batia com força, pa-pa-pa, bolas contra as nádegas. ‘Mais, fode a tua casada!’ Grunhia ele, mão na boca minha para não gritar.

Senti o caralho pulsar, grosso, a raspar as paredes da cona. Molho escorria pelas coxas. Ele acelerou, urgente. ‘Vou gozar dentro.’ ‘Sim, enche-me!’ Gozei primeiro, cona a apertar, pernas a tremer, unhas nas caixas. Ele explodiu, jatos quentes de porra a inundar-me. Ficou lá, pulsando. Saí rápido, cueca torta, porra a escorrer. ‘Amanhã de novo?’, piscou ele. ‘Cala-te e vai trabalhar.’

De volta à reunião. Sento-me, pernas cruzadas. Sinto a humidade, porra dele misturada com o meu gozo, a roçar. Olho para o João, ele sorri disfarçado. Ninguém nota. Dirijo a reunião, voz firme: ‘Capaz para Xian? Não, mude o plano.’ Coração acelera com o risco. Se o marido soubesse… Se o diretor visse os vincos… Mas não. Segredo meu. Dupla vida: casada impecável de dia, puta fogosa no escuro. Adoro. Mal posso esperar pelo próximo risco. A aliança pesa, mas o tesão vence. Sempre.

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