Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada com um Jovem de 25 Anos

Chamo-me Ana, tenho 48 anos, casada há 20 com o João, um homem bom mas rotineiro. Trabalho como gerente num banco em Lisboa, vida impecável: casa asseada, jantares em família, aliança no dedo a brilhar. Mas à noite, quando ele adormece, abro o portátil. Encontrei um chat para maiores de 30. Menti logo: disse ter 32, solteira, cheia de fogo. Ele, o Miguel, 25 anos, estudante, pétillante nas palavras, falava de sexo sem papas na língua. ‘Quero um homem que me coma toda’, dizia ele. Eu ria, coração aos pulos, molhada só de ler. Dias a fio, mensagens quentes. ‘Imagina a minha boca na tua cona’, escrevia. Eu respondia, culpada mas louca de desejo. O marido ali ao lado, e eu a fantasiar. Um dia, ele manda fotos: corpo atlético, caralho duro na mão. ‘Vem-me foder’, supliquei. Marquei encontro num motel discreto, disse ao João que ia a uma reunião tardia. Mãos a tremer no volante, aliança fria contra o calor da pele.

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Cheguei primeiro, quarto escuro, cheiro a lençóis lavados. Ele entra, alto, olhos famintos. Sem palavras, atira-se a mim. Beijamo-nos com urgência, línguas enroscadas, saliva a escorrer. ‘Estás casada?’, pergunta, vendo o anel. ‘Shh, não importa’, gemo, coração a martelar no peito. Ele ri, mão na minha saia, sobe devagar. Sinto os dedos na minha calcinha encharcada. ‘Estás ensopada, puta casada’, murmura. Arranco-lhe a camisola, beijo o peito jovem, duro. Ele empurra-me para a cama, arranca a blusa, sutiã voa. Chupa os meus peitos, morde os mamilos até doer de prazer. ‘Quero a tua cona’, rosna. Abro as pernas, ele baixa a cabeça. Língua quente na minha entrada, lambe devagar, depois rápido. ‘Gostas, Ana? Gostas de ser comida por um miúdo?’ ‘Sim, fode-me com a boca!’, grito, mãos no cabelo dele, empurro contra a cara. Gozo forte, jatos na boca dele, corpo a tremer. Ele levanta-se, caralho enorme, veias saltadas. ‘Chupa-me’, ordena. Ajoelho-me, engulo até à garganta, saliva a pingar, olhos lacrimejantes. Ele geme, ‘Boa puta, engole tudo’. Não aguento mais. ‘Mete agora!’, imploro. Ele vira-me de quatro, aliança a roçar a colcha. Entra devagar, estica-me toda. ‘Caralho, que cona apertada para uma casada’, diz. Acelera, bolas a bater no cu, eu a gemer alto. ‘Mais forte, vai, fode-me antes que o meu marido desconfie!’ Ele agarra os cabelos, bombarda, suor a colar-nos. Sinto-o pulsar, ‘Vou gozar dentro!’. ‘Sim, enche-me!’, urro. Gozamos juntos, quente a escorrer pelas coxas. Cinco minutos de abraços ofegantes, depois ‘tenho de ir’. Vista a roupa às pressas, beijo final, cheiro dele na pele.

O Segredo que Começou no Chat

No carro, pernas moles, cona a latejar, esperma a pingar na chaise. Chego a casa, João dorme. Tomo duche rápido, mas fico com o sabor na boca. Deito-me ao lado dele, coração ainda acelerado. Amanhã, reunião no banco, sorriso profissional. Ninguém sabe. O segredo arde em mim, excita-me o risco. Já marquei o próximo. Sou casada, mas viciada nisto. Culpada? Um pouco. Mas o fogo… ah, o fogo é tudo.

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