Eu sou a Ana, portuguesa de 38 anos, casada há 15 com o João, vida perfeita na banlieue de Paris. Moro no segundo andar do prédio que herdei dos meus pais, logo acima da mercearia que eles tiveram. Agora é gerida por uma família marroquina: o pai, a mãe, a filha Zita e os dois irmãos, o Karim e o mais novo. Eu sou gerente de projetos, trabalho de casa, recebo clientes, sou a senhora respeitável com aliança no dedo. Mas… ai, meu Deus, tenho esta dupla vida que me deixa louca de tesão.
Tudo começou há meses. O João viaja muito, eu fico sozinha. Vejo o Karim, 22 anos, alto, moreno, olhos pretos que me devoram. Ele ajuda na loja, sobe ao sótão para estender roupa quando a mãe dorme a sesta. Uma tarde, trocamos olhares. ‘Tens namorada?’, pergunto, brincando. Ele ri, ‘Não, as raparigas como tu é que me enlouquecem’. O coração acelera. Eu, casada, a pensar nele a foder-me ali mesmo. No dia seguinte, subo, finjo procurar caixas antigas. Ele aparece, porta range. ‘Ana, não devíamos…’, murmura, mas os olhos dizem o contrário. Toquei-lhe no braço, senti o calor. Desci a correr, cona molhada, culpada mas excitada. O risco… e se o João soubesse? E se a mãe dele acordasse?
O Segredo que Me Consome
Ontem, depois do almoço, a mercearia vazia, pai no café, irmãos fora, mãe a cochilar. Subi, disse que precisava de ajuda no sótão. Ele veio, porta fechada. ‘Karim, beija-me’, sussurrei, tremendo. Ele colou-se a mim, boca quente, língua faminta. ‘Estás casada, Ana…’, hesita, mas as mãos já na minha saia. Levantei-a, cuecas de lado, cona latejando. Ele ajoelhou, cheirou-me, ‘Que cheiro bom, puta secreta’. Lambeu devagar, língua no clitóris, chupando as minhas grandes labas. Gemi baixo, mão na boca, coração aos saltos. Aliança brilhando enquanto agarro o cabelo dele. ‘Come-me toda’, peço. Dedos dentro, dois, três, fodo a mão dele. Gozei rápido, pernas a tremer, sumo escorrendo pelo queixo dele.
O Êxtase Rápido e Perigoso
Agora era a minha vez. Abraço a braguilha, caralho duro, grosso, sem pele, veias pulsando. ‘Gosto disto, Ana, chupa’. Engoli, boca quente, saliva escorrendo. Ele fode a minha garganta, ‘Assim, vadia casada’. Segurei as bolas, chupei o saco, dedo no cu dele. Ele geme, ‘Vou gozar!’. Engoli tudo, quente, salgado, sem desperdiçar. Mas queríamos mais. Virei-me, saia subida, cuecas rasgadas. ‘Fode-me o cu, rápido, antes que a tua mãe acorde’. Ele cospe, lubrifica, mete devagar. Ai, que dor boa, esticando-me. ‘Estás tão apertada, Ana!’. Bombeia forte, eu empurro para trás, cu a morder o caralho. ‘Mais, fode esta puta traidora!’. Gozou dentro, enchendo-me, quente. Saí de lá pingando, cona e cu satisfeitos.
Desci as escadas, arrumei a saia, sorriso profissional. Voltei ao meu apartamento, marido a ligar: ‘Como foi o dia, amor?’. ‘Tudo bem, cansada’. Banho rápido, cheiro dele ainda na pele. Olho a aliança, sorrio culpada. Amanhã, na mercearia, ele sorri inocente. Ninguém sabe. Este segredo é o meu vício, o risco de ser apanhada deixa-me sempre molhada. Sou a esposa perfeita… e a amante selvagem. Quero mais.