Sou a Alice, 35 anos, casada há oito com o João, um comercial que anda sempre fora. De dia, sou agente na câmara municipal aqui na minha terra pequena, perto do Porto. Vida organizada: casa impecável, aliança a brilhar no dedo, sorrisos para os colegas. Ninguém suspeita. Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Adoro o segredo, o coração aos saltos, o medo de ser apanhada. É o meu vício.
Na sexta passada, a Vanessa, minha amiga das RH, convidou-me para jantar em casa dela. Levei um bolo de chocolate, cheguei cedo. Lá estava ele, o Bruno, um técnico de caldeiras, alto, olhos fixes. Já o conhecia de vista da uni, mas nunca… nunca assim. Havia Natália, loira fria, mas o ar estava carregado. Falámos de tudo: empregos, amores velhos. Eu olhava para o relógio – o último autocarro às 21h35. ‘Eu levo-te, vivo perto’, disse ele. Hesitei, olhei para Vanessa. ‘Vai, Alice, é fixe.’ O coração já batia forte. Sabia que o João chegava só no sábado à noite.
O Jantar Inocente e a Tensão que Crescia
Na carro, sozinhos, o silêncio pesava. ‘Não foste convidado só para falares do Daniel, pois não?’, perguntei, rindo nervosa. Ele sorriu: ‘Talvez não.’ Chegámos ao meu prédio sem elevador, terceiro andar. ‘Queres subir um minuto?’ Insisti, as pernas tremiam. Ele aceitou. Lá em cima, no meu salãozinho cheio de bugigangas de feiras, ofereci sumo de maçã. Sentámo-nos. ‘Estás sozinha tanto tempo?’, perguntou. ‘Sim… o João viaja.’ A aliança pesava no dedo esquerdo. Ele viu-a, mas aproximou-se. ‘Sentes-te só?’ Murmurei: ‘Demasiado.’ Abracei-o. Beijámo-nos devagar, depois com fome. Culpa? Sim, um pouco. Mas o desejo… oh, o desejo vencia.
O Sexo Selvagem no Meu Apartamento sem Elevador
Ele despiu-me devagar, beijando cada centímetro. Os meus seios brancos, aréolas grandes, mamilos duros. ‘Gostas?’, perguntei, ofegante. ‘Adoro.’ Deitei-me na cama, ele lambeu-me a cona, língua no clitóris. Gozei rápido, ‘Ai caralho, sim!’. Ele virou-me, beijou as nádegas grandes, brancas. Voltei-me, chupei-lhe o caralho grosso, veias saltadas, bolas pesadas. ‘Fode-me agora’, supliquei. Ele pegou num preservativo do meu comodinha – tenho de todas as cores. Entrou em mim devagar, depois forte. ‘Estás tão molhada, Alice.’ Gemiam alto, o risco dos vizinhos… o prédio fino. Cavalguei-o, cona apertando o pau dele, suor a pingar. ‘Mais rápido, fode-me como uma puta!’ Gozei duas vezes, ele explodiu dentro, ‘Toma tudo!’. Corpo colado, corações disparados. Urgente, pois o autocarro… não, ele ficara. Mas o João podia ligar.
Depois, vesti-me a medo, aliança de volta, cheiro dele na pele. ‘Vai-te embora antes que alguém veja’, sussurrei, excitada com o risco. Ele beijou-me: ‘Isto foi só o começo.’ Saí com ele, mas voltei sozinha, fingindo normalidade. No dia seguinte, marido chega, beijos castos, janto caseiro. Ele não nota nada. Eu? Sorrio por fora, por dentro pulso. O segredo arde, a culpa excita. Amanhã, ligo ao Bruno. Quero mais. Esta dupla vida… é o meu oxigénio. Quem diria que a ‘boa Alice’ era esta vadia viciada no proibido?