Confissão: Minha Dupla Vida de Casada Safada e os Fodas Secretos

Oi, eu sou a Ana, 38 anos, de Lisboa. Casada com o Pedro há 12 anos, dois filhos na escola, gerente num banco chique no centro. Todo mundo me vê como a mulher perfeita: saias alinhadas, cabelo preso, sorriso educado nas reuniões. O Pedro acha que sou fiel, a família orgulhosa da nora dedicada. Mas… caralho, isso é só a fachada. Por dentro, eu queimo. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. Meu coração bate forte só de pensar.

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Hoje foi mais um dia daqueles. Acordei cedo, beijei o Pedro, preparei o pequeno-almoço. No banco, papeis, clientes, o chefe a elogiar meu trabalho. Mas o meu olhar cruza com o do Marco, o novo consultor. Ele sabe. Ontem, no elevador vazio, a mão dele roçou a minha saia. Senti a umidade entre as pernas na hora. A aliança no dedo brilha, pesada como culpa, mas excitante. ‘Ana, és tão séria…’, diz ele no WhatsApp. Eu respondo: ‘Para, que o Pedro está em casa à noite’. Mas o tesão cresce. O dia arrasta, penso na pica dele dura, no cheiro de homem. Saio mais cedo, minto sobre o dentista. Coração aos pulos no carro. ‘E se me virem? E se o Pedro ligar?’, penso, mas acelero para o estacionamento subterrâneo do prédio ao lado. Ele já está lá, no Audi preto.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido

Abro a porta, entro. ‘Rápido, tenho de voltar’, sussurro. Ele ri, puxa-me para o colo. Beijos famintos, língua na boca, mão na minha blusa. Arranco os botões, ele mama os meus peitos duros, morde o mamilo. ‘Caralho, Ana, estás molhada toda’. Sim, a cona pinga na cueca. Tiro a saia, a calcinha preta. Ele abre as calças, a pica salta, grossa, veias pulsando. Pego nela, masturbo forte. ‘Chupa-me’, manda. Abaixo-me, engulo até à garganta. Sinto o gosto salgado, as bolas peludas na cara. Ele geme baixo: ‘Assim, puta casada’. Engasgo um pouco, mas adoro. Lágrimas nos olhos, babo toda. Ele me puxa pelos cabelos, fode a boca. ‘Vou gozar’, avisa. Engulo tudo, quente, grosso. Limpo os lábios, sorrio culpada.

O Foda Rápido e Arriscado no Estacionamento

Não para. ‘Agora fode-me’, peço, ansiosa. Viro-me no banco de trás, cu para cima, pernas abertas. Ele cospe na cona, enfia dois dedos, mexe rápido. ‘Tão apertadinha para uma casada’. Entra de rompante, o caralho enche-me toda. ‘Ai, fode forte!’, grito baixo. Ele bate, tapa na bunda, puxa o cabelo. O carro balança, risco de barulho. Ouço passos lá fora? Coração explode. ‘Mais rápido, antes que me apanhem’. Ele acelera, pila-me como um animal. Sinto o orgasmo subir, cona a apertar, pernas a tremer. ‘Goza, safada!’, rosna. Eu gozo primeiro, grito abafado no banco, molho tudo. Ele puxa fora, goza nas costas, jatos quentes. Cheiro de sexo enche o carro. Limpo com lenços, visto-me a tremer. ‘Amanhã?’, pergunta. ‘Talvez’, pico o olho.

Volto a casa, banho rápido, perfume. O Pedro chega, beija-me: ‘Como foi o dentista?’. ‘Tudo bem, amor’. Cozinho o jantar, ajudo as crianças nos TPC. Deito-me ao lado dele, inofensiva. Mas sinto o esperma seco na pele, o latejar na cona inchada. O segredo queima, delicioso. Amanhã no banco, vou ver o Marco, fingir nada. Sou a esposa perfeita… e a puta secreta. Adoro esta dupla vida. O risco? Faz-me viva. Quem diria que a aliança no dedo me excita tanto?

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