Confissão: Minha Dupla Vida de Casada Safada nas Férias do Algarve

Eu sou a Inês, 44 anos, casada com o Miguel há 18 anos. Advogada em Lisboa, vida impecável: casa grande, dois filhos na escola, marido atencioso que me fode direitinho duas vezes por semana. Mas… falta o fogo. Aquele tesão que acelera o coração, o medo de ser pega. Eu adoro isso. O anel no dedo esquerdo brilha todo dia no escritório, mas à noite eu sonho com paus estranhos.

Nas férias no Algarve, alugamos uma villa isolada. O casal dono, Carlos e Sofia, uns 50 anos, ficam na casa principal. Eles são simpáticos, bronzeados, sempre sorrindo. De dia, vida de família: praia com os miúdos, churrasco, rosé gelado. O Miguel dorme cedo, exausto. Eu finjo ler, mas ouço ruídos da piscina à noite. Uma noite, não aguento. Saio da cama – coração a martelar – e espreito pela janela do anexo. Lá estão eles, nus na água escura. Sofia geme alto enquanto Carlos a lambe a cona. Um casal qualquer os visita, trocam parceiras. Vejo o pau do estranho entrar nela, duro, brilhante. Meu cu apertou. Molhei as cuecas. Volto pra cama, toco-me pensando nisso, mas o Miguel ronca ao lado. Amanhã, disfarço na piscina. Sofia pisca pra mim, como se soubesse. A tensão cresce. De dia, beijo o marido; de noite, imagino ser fodida ali mesmo.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Pecado

Não resisti mais. Terceira noite, minto pro Miguel: ‘Vou dar um passeio, insónias’. Ele resmunga e vira. Corro pra piscina, descalça no escuro. Carlos está lá, sozinho, nu no areal. ‘Não consegue dormir?’, sussurra ele, pau meia-bomba. Eu tremo, mas tiro o robe. ‘Quero ver de perto’, digo, voz rouca. Ele ri baixo, me puxa pra água fria. Meu coração explode. O anel no dedo roça o pau dele enquanto eu o apanho – grosso, quente, venoso. ‘Safada casada’, murmura, mão no meu cu. Sofia surge das sombras, nua, seios fartos. ‘Deixa ela experimentar, amor’. Ela me beija, língua gulosa, enquanto Carlos me vira de costas. Água até os joelhos, ele esfrega o caralho na minha racha molhada. ‘Vai, fode-me rápido, antes que ele acorde’, imploro, culpada mas louca de tesão. Ele empurra – ai, que pau! Enche-me toda, estica a cona. Eu mordo o lábio pra não gritar. Ele soca forte, urgente: ploc-ploc na água. ‘Tão apertadinha, puta casada’, grunhe. Sofia mama meus peitos, belisca os mamilos duros. Meu clitóris lateja no pau dele. ‘Mais rápido, caralho!’, gemo. Sinto o gozo vir – cona a pulsar, pernas bambas. Ele segura meu quadril, martela fundo: ‘Vou encher-te!’. Jorra quente dentro, rebenta em mim. Eu gozo gritando baixo, corpo convulso. Ele sai, porra escorrendo pelas coxas. Sofia lambe meu grelo rápido, me faz tremer de novo.

Volto correndo, molhada de suor, porra e cloro. O Miguel dorme, nada sabe. Deito, toco a cona inchada, sinto o esperma dele lá dentro. O anel brilha ao luar. Amanhã, mais praia em família, sorrisos falsos. Mas eu sei: sou a casada recatada que adora ser vadia no escuro. O segredo me excita mais que a foda. Já penso na próxima noite. Vida dupla é o meu vício.

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