Confissão: Minha Dupla Vida de Casada com o Segredo Ardente do Sobrinho da Amiga

Eu sou a Ana, 42 anos, casada há 15, vida impecável na periferia de Lisboa. Trabalho em contabilidade, chego a casa às 18h, faço jantar pro meu marido, passeamos no jardim da nossa casa antiga. Mas… ai, o segredo. Discuti feio com ele, precisei de um break. Liguei pra minha amiga, pedi pra ficar na casa dela em Sintra. Ela tem um filho de 18, o Pedro, que acabou de entrar na uni e mora na dependência no rés-do-chão. ‘Ele muda pro quarto de cima’, disse ela. Meu coração acelerou só de pensar.

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Cheguei no dia seguinte, elegante no meu vestido justo, salto alto. Abracei o Pedro, agradeci por ceder o quarto. ‘Não precisa arrumar tudo, fico pouco tempo’, menti. Uma semana passou, e eu… não queria ir embora. Ele era alto, magro, olhos famintos. De manhã, saí pra praia com amigos, esqueci o biquíni na dependência. Bati, ninguém, entrei no escuro. Procurava no armário, acendi a lamparina da mesa-de-cabeceira. Voltei pro armário, e… bum. Ele tava ali, deitado de bruços, só com cueca fina. Calor do junho, suor na pele. O cu empinado, perna dobrada. A cueca marcava tudo, o pau meia-bomba. Fiquei hipnotizada, mão tremendo na lamparina. Meu coração batia forte, a cona começou a pulsar. Meu Deus, e o anel no dedo? Saí rápido, mas a imagem ficou. Toda a tarde na praia, molhava as cuecas pensando nele.

O Início do Meu Segredo Proibido

À noite, cheguei tarde, sem chave. Luz acesa na dependência, persianas mal fechadas. Espiei. Ele revirava minhas coisas? Não, as dele. Tirou a camisola, deitou nu, folheando revistas porno. Peitos dele? Não, ele era o miúdo. Esperei. Ele pegou um livro hard, paus enormes. Mão na cona, clito inchado. Gemi baixo, mas parei. Meu marido ligou, ‘Volta amanhã?’. ‘Amanhã’, disse, culpada. Mas excitada. Naquela noite, toquei-me pensando no Pedro, imaginando o pau dele.

Dias depois, tensão no pequeno-almoço. Pais dele saíram, só nós. Peignoir azul aberto na opulência dos meus peitos. Sirvo-lhe torradas, ele devora com os olhos. ‘Pode ficar quanto quiser’, diz ele. Levanto, beijo na testa. Ele vê os mamilos rosados. Meu coração: bum-bum. ‘Faço cópia da chave’, digo. Vou pra ducha. Ele finge dormir, mas sei que espia. Alargo as lamelas da ventilação pro dia seguinte.

A tensão explode. Ele me vê na ducha, jato no clito. Eu o vejo à noite, fisto a cona com pepino do mercado, raspo os pelos, grito de gozo. Ele ejacula no short. Sabemos, mas fingimos. Almoço: salada de tomate e pepino. ‘Sabes onde esteve isso?’, penso, cona molhada. Short branco sem cueca, lábios marcados. Derramo água, molha tudo. Ele banda óbvio. Lavo loiça, roço no armário, gozo quieta.

O Encontro Explosivo e o Risco de Ser Apanhada

Ele ducha primeiro. Short meu na banheira, cheiro de cyprine. Vingança: encho o gel de banho com porra dele, via espiada.

Não aguento. Pais dormem. Vou à dependência. ‘Pedro?’. Ele abre nu, pau duro. ‘Tia…’. Puxo-o pra cama dele, antiga minha. ‘Chupa-me’, ordeno. Boca no clito raspado, língua funda. Anel brilha na mão dele na minha anca. ‘Fode-me rápido, antes que me vejam’. Ele entra, pau grosso, bate fundo. ‘Caralho, tia, que cona apertada’. Bombo-me contra a parede, risco alto. Gozo gritando baixo, ele enche-me de porra quente. ‘Segredo nosso’, sussurro, limpando com a boca.

Volto pra cima, marido liga: ‘Vens hoje?’. ‘Sim, amor’. Visto-me profissional, sorriso inocente. Mas cona pinga porra dele nas cuecas. Adrenalina pura. Vida dupla: casada certinha de dia, puta secreta à noite. Quero mais. O risco? Mata-me de excitação.

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