Confissão: A Minha Dupla Vida de Casada Viciada em Cu e Risco

Eu sou a Inês, 35 anos, casada com o Rui há dez anos. Vivemos em Lisboa, casa impecável nos subúrbios, eu secretária num cartório notarial no Chiado. De dia, sou a mulher perfeita: sorrisos educados, almoços leves, aliança brilhando no dedo. O Rui acha que sou fiel, a colega dedicada. Mas… meu Deus, o segredo queima por dentro. No escritório, o Doutor Manuel, o notário de 50 anos, não disfarça. Olha as minhas coxas quando cruzo as pernas, pede-me para me debruçar sobre papéis. Eu sei. Não uso sutiã, os meus mamilos rosados endurecem contra a blusa fina, marcam tudo. Saia justa, curta, e hoje… sem cuecas. Sinto o ar fresco na cona depilada, húmida só de pensar. O coração acelera quando ele se aproxima. ‘Inês, fica até mais tarde hoje?’, diz com voz grave. Eu aceno, sim, o pulso dispara. O Rui espera-me para o jantar, mas o desejo grita mais alto. Culpa? Um bocadinho, mas a excitação ganha sempre.

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Todos saem, o escritório vazio. Ele tranca a porta, olhos famintos. ‘Sabes que me provocas, safada.’ A mão dele sobe pela saia, apalpa as nádegas firmes. ‘Sem cuecas? Boa rapariga.’ Dedos na racha, roçam o cu apertado. Eu gemo baixo, ‘Doutor… e se alguém entra?’ Ele ri, ‘É isso que te excita, não é? O risco.’ Tira o tubo de lubrificante da gaveta – sempre pronto. Eu debruço-me na secretária, levanto a saia, abro as nádegas com as mãos trémulas. A aliança fria contrasta com o calor da pele. Sinto o caralho dele, duro, médio, mas grosso na cabeça, pressionar o buraco. ‘Relaxa, Inês. Vai entrar todo.’ Empurra, dói um pouco, mas bom. O cu abre-se, engole o gland. ‘Ah, foda-se, que cu virgem apertado!’ Ele mete devagar, depois mais fundo. Eu meto a mão na cona, massageio o clítoris inchado, molhada que escorre pelas coxas. ‘Branlca-te, vadia casada. Sente o meu pau no teu cu enquanto o marido espera.’ Ritmo acelera, pancadas fortes, o som molhado ecoa. ‘Gostas? Dizer que és casada e aqui, a levar no cu?’ ‘Sim… fode-me o cu, doutor! Mais forte!’ Gozo primeiro, o cu contrai em volta dele, ondas pelo corpo. Ele urra, ‘Toma o leite!’, e enche-me o interior de porra quente, jatos grossos.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Arde

Não acaba aí. O estagiário, o Pedro, jovem de 25, mignon, entra de repente – ele sabia. ‘Doutor, posso?’ O Manuel ri, ‘Vem, rapaz. Ela adora.’ Pedro já com o pau na mão, duro como pedra. Eu ainda ofegante, cu pingando porra. ‘Agora os dois.’ Pedro aproxima-se, mama os meus tetos duros, chupa forte. O Manuel sai do meu cu, melado, e mete na boca do Pedro. ‘Chupa, puto.’ Eu viro, ajoelho-me, chupo o Pedro – sabor a pré-gozo. ‘Inês, senta no pau dele.’ Sento na secretária, perna alta, guio o caralho dele para a cona ensopada. Entra fácil, fodo devagar. O Manuel atrás, lubrifica e mete no cu do Pedro enquanto ele me fode. ‘Sente, puto? Pau no cu e cona quente.’ Pedro geme alto, acelera em mim. Eu branlo o clítoris, gozo de novo, esguicho na barriga dele. ‘Não gozes dentro!’, ordena o Manuel. Pedro sai, goza no meu ventre, jatos quentes nos pelos da cona. O Manuel tira do cu do Pedro, branla-se entre as minhas pernas, mistura a porra dele com a do rapaz no meu pubis. ‘Olha que bela pintura, casada safada.’

Ouço passos – a mulher dele? Corro a arrumar a saia, porra escorrendo pelas pernas. Saio a correr, chego a casa ofegante. O Rui beija-me, ‘Tardaste, amor.’ Sorrio, ‘Trabalho.’ No banho, sinto o cu dolorido, porra seca na pele. Culpada? Nem por isso. Excita-me o segredo. Amanhã, volto ao escritório, aliança no dedo, cona molhada de antecipação. Esta dupla vida… é viciante. Não paro.

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