Sou a Inês, 39 anos, casada há 15 com o Rui, um contabilista sério e dedicado. Temos uma casa bonita nos subúrbios de Lisboa, dois filhos na escola, jantares em família aos domingos. No trabalho, sou assistente executiva numa firma de consultoria política – sorrisos profissionais, reuniões intermináveis, saias justas e saltos altos. Todo o mundo me vê como a mulher perfeita, a esposa devota. Mas… há o segredo. O meu coração acelera só de pensar nele. O deputado Carlos, 50 anos, alto, carismático, com aquela voz grave que me arrepia. Encontrámo-nos há meses num comício do partido. Ele é casado também, claro. Mas o risco… ai, o risco é o que me deixa molhada.
Hoje foi mais um dia normal. Acordei cedo, beijei o Rui, preparei o pequeno-almoço. No escritório, anotei atas de reuniões sobre campanhas eleitorais. Ele ia discursar esta noite, num hotel no centro. Mandei-lhe uma mensagem discreta: “Estou na plateia. Depois?” Resposta rápida: “Sim. Quarto 512. Depressa.” O meu pulso disparou. Olhei para a aliança no dedo, brilhante, pesada. Como é que cheguei aqui? Sinto culpa, sim, um aperto no peito. Mas o desejo… é mais forte. Saí do comício a fingir que ia para casa cedo. O táxi até ao hotel, coração aos saltos. E se alguém me visse? E se o Rui ligasse? Cheguei ao lobby, disfarçada com óculos escuros. Subi as escadas a correr, pernas trémulas.
A Rotina Rangée e o Desejo que Queima por Dentro
Bati à porta do 512. Ele abriu, camisa desabotoada, olhos famintos. “Inês… minha putinha secreta.” Puxou-me para dentro, porta fechada com chave. Beijámo-nos com urgência, línguas enroscadas, mãos por todo o lado. Senti a ereção dele contra a minha barriga. Tirei a blusa, sutiã de renda. Ele chupou os meus mamilos duros, mordendo suave. “Tira tudo”, murmurou. Fiquei nua, só com a aliança a contrastar na mão que pegava na sua pilinha grossa. Já estava dura como pedra. Caí de joelhos, engoli-a inteira, sentindo o gosto salgado, veias pulsantes na boca. Ele gemia baixo: “Assim, boa rapariga… chupa bem o deputado.” Agarrou o meu cabelo, fodi a boca dele com ritmo rápido.
O Encontro Urgente e o Prazer Explosivo
Não havia tempo. Ele tinha de voltar à mulher, eu ao Rui. Atirou-me para a cama, pernas abertas. Lambeu-me a cona molhada, língua no clitóris, dedos dentro, fodendo-me devagar. Gozei rápido, corpo arqueado, mordendo o lençol para não gritar. “Agora fode-me”, supliquei. Ele calçou o preservativo – sempre, o risco não chega? – e entrou de rompante. Piroca grande, enchendo-me toda. Ritmo feroz, cama a ranger. Olhos nos olhos, suado, ofegante. “Gostas de ser a minha casada safada?” “Sim… fode-me mais forte!” Virei-me de quatro, ele cuspiu no cu, enfiou um dedo. “Queres no cu?” “Quero… enfia tudo.” Entrou devagar, centímetro a centímetro, o cu apertado a engolir a pilinha. Dor misturada com prazer louco. Ele bombava, bolas a bater na cona. Eu rebolava, mão na cona a masturbar-me. “Vou gozar!” Ele acelerou, gemeu alto, encheu o cu de porra quente mesmo com a capa. Eu explodi outra vez, pernas a tremer.
Cinco minutos depois, vestida às pressas, beijo rápido. “Vai, antes que nos vejam.” Desci as escadas, maquilhagem arrumada, sorriso falso. No carro para casa, o cu ainda latejava, molhada entre as pernas. O Rui dormia quando cheguei, cheirava a jantar requentado. Deitei-me ao lado dele, aliança fria na mão dele. Senti o frisson: ninguém sabe. Amanhã, serei a esposa perfeita de novo. Mas no fundo, a safada excitada pelo segredo. O risco de ser apanhada… é o meu vício. Já penso na próxima. 612 palavras.