Sou a Ana, 32 anos, gerente num banco em Lisboa. Casada com o Paulo há sete anos. Vida perfeita: casa grande nos subúrbios, jantares românticos, viagens ao Algarve. Ele é o marido ideal, carinhoso, estável. Mas… por dentro, queimo. Adoro o risco, o segredo. Há meses, traio com um senhorio experiente que me acordou para o prazer de verdade. Ele me ensinou a gozar com a boca dele na minha cona, as mãos nos meus peitos fartos. Mas isso foi há dias. Agora, o desejo grita mais alto.
Hoje, fim de semana. Minto pro Paulo: ‘Vou passar a tarde com a Luísa, compras e chá’. Ele sorri, beija-me. ‘Volta cedo, amor’. Meu coração acelera já no carro. Dirijo até à casa dela, 30 km fora, quinta familiar. A aliança brilha no dedo enquanto aperto o volante. Imagino o pau dele, duro, dentro de mim. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa.
A Rotina Perfeita que Queima Por Dentro
Chego às 15h30. Bato. Abre o Miguel, irmão da Luísa, 24 anos, corpo atlético de ginásio, olhos famintos. Sempre me comeu com os olhos, amigo do Paulo até. ‘Ana! Entra, a Luísa foi às compras, volta em hora e meia’. Sorrio, entro. Sala aconchegante, sofá grande. ‘Vemos um filme?’, diz ele, voz rouca. Escolho ‘Anticristo’, sei que é cru. Começa: penetração em câmara lenta debaixo do chuveiro. Sinto-o tenso ao lado, pernas cerradas. Provoco: ponho pés na mesa, saia sobe, mostro coxas lisas.
Ele olha, babado. Filme avança, cenas duras. Charlotte masturba-se na floresta. Meu corpo arde. Sem pensar, mão na saia, deslizo para a cueca húmida. Toquei-me devagar, olhos nele. Ele arregala: ‘Ana, caralho…’. Levanto a outra mão, sinto o volume na boxer dele. Duro como pedra. Ele atira-se, apalpa-me os peitos por cima da blusa. ‘Sempre quis isto’, murmura. Arranco a camisola, sutiã voa. Peitos livres, mamilos duros. Ele mama voraz, sem jeito, mas forte. ‘Chupa bem, Miguel, morde suave’. Gemo baixo.
Tiro a saia, cueca. Nua, pernas abertas no sofá. ‘Tira tudo, mostra a pila’. Ele hesita: ‘E o Paulo?’. ‘Esquece-o. Quero-te agora’. Nu, pau médio mas grosso, veias saltadas, cabeça roxa. Pego, masturbo devagar. Ele geme. ‘Lambe-me a cona primeiro’. Ele ajoelha, língua desajeitada no clitóris. ‘Mais fundo, caralho!’. Guio a cabeça dele. Dedos entram, dois, mexem. Meu coração martela: e se a Luísa volta? Adrenalina explode. Ele lambe melhor agora, suga os lábios. Gozo forte, pernas tremem, molho a cara dele.
O Encontro Explosivo e o Risco Máximo
Agora ele. Empurro-o pro sofá, ajoelho. Pego a pila, deslizo pele, cabeça limpa brilha. Lamba o pré-gozo salgado. Engulo todo, garganta fundo. Ele agarra meu cabelo: ‘Ana, foda-se, chupa assim!’. Movo rápido, bolas na mão, massageio. Ele treme, ‘Vou gozar!’. Jatos quentes na boca, âma, grosso. Engulo parte, resto escorre no queixo, peitos. Delicioso, proibido.
Quero mais. Monto nele, cona roçando pila meia-mole. ‘Fode-me rápido’. Ele tenta endurecer, mas ouço carro! Luísa! Ele veste boxer a voar, foge pela porta das traseiras. Eu limpo com guardanapo, visto às pressas. Entra ela: ‘Desculpa o atraso’. Sorri cúmplice? Cheira a sexo no ar? Coração na boca.
Volto pra casa às 18h. Paulo abraça: ‘Foi bom?’. ‘Adorei’. Sorrio, cona ainda lateja. No banho, toco-me outra vez, lembro a pila dele, o risco. Amanhã, banco, reuniões sérias. Mas sei: sou casada certinha… e puta secreta. O frisson? Viciante. Já quero o próximo.