Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o Paulo, dois filhos, casa em Lisboa, emprego estável numa empresa de contabilidade. Vida perfeita, não? Mas… tenho uma dupla vida. O meu amante, o Rui, é um tipo bruto da serra, lenhador, corpo todo músculos e barba desgrenhada, cheira a suor e terra. Encontramo-nos às escondidas numa floresta isolada perto de Sintra. Hoje… mandei mensagem ao Paulo: ‘Reunião até tarde, chego às 22h’. Coração a bater descompassado no peito, aliança no dedo a brilhar contra o volante enquanto dirijo pela estrada sinuosa. Sinto culpa, sim, mas o tesão é mais forte. A cona já lateja só de pensar nele à minha espera.
Chego ao ponto marcado, apago as luzes do carro. Saio, ar fresco da noite, folhas a farfalhar. Ele surge das sombras, alto, olhos famintos. ‘Chegaste, safada?’, murmura rouco, puxa-me pela cintura. Hesito um segundo, olho para o telemóvel – nenhuma mensagem do marido. ‘Sim… mas tenho de voltar cedo’. Ele ri baixo, mão já na minha saia, sobe pela coxa. ‘Então vamos ao que interessa’. O contraste: a minha blusa de escritório abotoada, salto alto no chão húmido, e ele, camisa aberta, peito peludo. Sinto o pau dele duro contra mim, enorme. Adrenalina a ferver – e se alguém passa? E se o Paulo liga?
O Segredo que Me Consome Diariamente
Ele não espera. Rasga a blusa, tetas saltam livres, mamilos duros como pedras. ‘Porra, que mamas perfeitas’, rosna, chupa um com força, dentes a morder. Gemo alto, mão na cabeça dele. ‘Cuidado… ahh’. Desço a saia, cuecas encharcadas. Ele enfia dois dedos na cona, mexe rápido. ‘Estás ensopada, puta casada’. Eu… tremo, pernas abertas contra uma árvore rugosa. ‘Fode-me, Rui, mete esse caralho todo’. Ele abre a braguilha, pau grosso, veias saltadas, cabeça vermelha. Cospe na mão, esfrega. Empurra-me contra a casca áspera, levanta uma perna. Entra de rompante, fundo, rasgando. ‘Caralho, que apertadinha!’, grunhe. Bombo-me forte, bolas a bater no cu, cada estocada a fazer o coração disparar. ‘Mais… fode mais!’, peço, unhas nas costas dele. Sinto a aliança fria no pescoço dele enquanto o abraço. Ritmo urgente, suor a pingar, cheiro de sexo no ar. Mudo de posição, de quatro no chão, terra fria nas mãos. Ele agarra os cabelos, mete sem piedade, polegar no cu. ‘Vais gozar, não vais? Goza no meu caralho’. Explosão: cona a contrair, grito abafado, porra quente a jorrar dentro. Ele goza gemendo, enche-me toda.
Vestimo-nos a correr, beijo salgado de suor. ‘Volta depressa, minha putinha secreta’. Entro no carro, pernas moles, cona a pulsar com o sêmen dele a escorrer. Dirijo devagar, controlo a respiração. Chego a casa às 21:45. Paulo: ‘Como foi?’. Sorrio, beijo-o na cara. ‘Cansativo, amor’. No chuveiro, toco-me devagar, revivo tudo. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, volto ao escritório de saia plissada, mas por dentro… sou a safada da floresta. O segredo arde, e eu adoro.