Confissão: Minha Dupla Vida de Casada e a Noite Selvagem com o Vizinho

Chamo-me Inês, tenho 28 anos, portuguesa em Montréal, na rua St-Urbain. Casada há cinco anos com o João, um tipo certinho, engenheiro. De dia, sou advogada num escritório chique, saias lápis, salto alto, aliança brilhando no dedo. Vida perfeita, né? Mas por dentro… ai, por dentro queimo. Há meses fantasiava com o Steven, o vizinho novo que se mudou para o apartamento em cima do meu. 26 anos, de Toronto, corpo de nadador, sempre de bermuda curta, suado, bronzeado. Anglófono, solteiro, bon vivant. Vejo-o subir as escadas do quintal, e o coração acelera. Como é que uma casada como eu arrisca isto? Mas o tesão vence. João viaja muito. Esta sexta, ele chega só de madrugada. Perfeito.

Volto do trabalho, ponho um shortinho apertado, top decotado. Sento-me no varandim a ler, mas espio-o a mexer no carro lá em baixo, às 19h, calor húmido. ‘Hey Steven, too hot for that! Beer?’, grito em inglês meia-boca. Ele ri, aceita. ‘I’ll shower quick’, diz, subindo. Corro para dentro: cordas compradas na semana, venda de uma t-shirt velha. Uma corda no quarto, outra na cozinha. Gelo com cervejas no varandim. Sento-me, coração aos pulos. E se o João liga? E se alguém vê? Mas o risco… excita-me a cona.

O Segredo que Ferve na Rotina

Ele desce, bermuda azul escura, camisa aberta no peito suado. Falamos: ele engenheiro informático, adora Montréal. Eu conto do meu trabalho, bares no St-Laurent. Olha para as minhas tetas, pernas. Pergunto da namorada: ‘No, love one-nights’. Eu: ‘Acabei relação longa, free now’. Quatro cervejas nele, duas em mim. ‘You’re hot’, digo direta. ‘You too’, sorri malandro. ‘Clima no meu quarto, fica a noite? Mas à minha maneira’. Pausa. ‘Deal, darling’. Pego a venda do saco. ‘Fica quieto’. Atrás dele, mãos nos ombros, massageio firme. Vendo-lhe os olhos. ‘Humm, kinky…’

Levanto-o, entro em casa, fecho porta. Tira sandálias. Desabotoo camisa, beijo. Ele quer agarrar-me, ‘No hands, my rules’. Sorri. Acaricio peito, ancas. Pego corda, cruzo pulsos atrás. ‘Hot…’, murmura. Amarro forte, espelho mostra sorriso dele. Baixo bermuda: boxer cinzento justo, pica meia-murcha. Guio ao quarto, deito no cama, almofada na cabeça. Amarro tornozelos. Nuas, tiro venda. Pica dura como pedra. Beijo boca, ele só usa lábios no meu pescoço, tetas. Lamba peito salgado. Mão na pica, baixo boxer aos joelhos. Chupo gulosa, bolas na boca. Geme alto, tenta soltar mãos – nada. Goza jatos quentes na garganta, engulo tudo. Delícia.

A Explosão de Prazer Proibido

Deito ao lado, ele preso toda noite. Monto-o horas: cona molhada engole caralho inteiro, cavalgo forte, unhas no peito. Gozo gritando baixo, medo de vizinhos. Ele fode de baixo, ancas subindo. Várias vezes. Cansados, durmo com ele amarrado. De manhã, chupo outra vez, gozo na boca. Solto-o: fode-me de pé contra parede, pauzudo, selvagem. Maravilha.

Agora, secreto: ele vem quase todas noites que João viaja. Amarro de novo em breve. De dia, aliança no dedo, aperto mãos clientes, sorrio ao marido. Mas sinto o cheiro dele na pele, pulsar na cona. Culpa? Pouca. O frisson de ser puta escondida… vicia. Dupla vida: melhor orgasmo.

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