Confissão: Minha Dupla Vida de Casada Safada e o Vizinho Proibido

Eu chamo-me Ana, tenho 43 anos, casada há 15 com o Miguel, um paisagista forte mas desorganizado. Vivemos numa aldeia perto de Évora, numa casa que estamos a renovar. De dia, sou a esposa perfeita: cuido do jardim, faço limpezas, pinto paredes e trabalho como auxiliar de idosos. Profissional, sorridente, com a aliança a brilhar no dedo. Ninguém diria que sou uma puta no fundo. Mas o Rui mudou tudo. Ele é o vizinho novo, 53 anos, rico de reforma antecipada, veio de Lisboa fugir à correria. Alta, magro mas charmoso, com ar de chefe. Ajudei-o a conhecer a vizinhança e ele retribuiu ajudando o Miguel com a contabilidade da empresa dele. Papéis espalhados, dívidas… O Rui organizou tudo. Agora entramos e saímos das casas um do outro. Eu levo café, conversamos de política, família – coisas que o Miguel ignora. Ele elogia as minhas roupas curtas, as pernas musculosas. Sinto o coração bater forte quando ele me olha os seios pequenos, firmes debaixo da blusa. A aliança pesa no dedo enquanto imagino as mãos dele noutro sítio. Culpa? Um bocadinho. Mas o desejo… ai, que fogo. Ontem, vi o sutiã fúcsia no estendal. Ele passou, piscou o olho. Eu ri, nervosa. A tensão cresce. O Miguel trabalha até tarde, eu fico sozinha com o Rui na piscina. ‘Vens nadar?’, diz ele. Digo sim, mas o coração martela. É perigoso. O Miguel pode voltar cedo.

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O Miguel ligou: ‘Vou buscar o irmão à estação, uma hora fora’. Perfeito. Estamos na piscina, eu de biquíni azul justo, os mamilos duros contra o tecido. O Rui serve punch, forte. ‘Estás sensual, Ana. Fazes-me pulsar.’ Rio alto, envergonhada. ‘A sério? Aos 43?’ ‘Toca para veres.’ Pego na mão dele, sinto o caralho duro no fato de banho. ‘Caralho, Rui… nunca toquei noutro.’ ‘Tocar não é trair.’ Ele mete a mão na minha cona por cima do biquíni. Molhada já. ‘Estás ensopada, safada.’ Gemo baixinho. Ele afasta o tecido, o caralho roça as minhas lábios inchadas. ‘Frotar não é foder, Ana.’ Vai e vem, a ponta entra um bocadinho, sai. Água chapinha, vento nas árvores. O meu clitóris explode, gozo tremendo, mordendo o lábio. ‘Agora fode-me direito.’ Ele vira-me, agarra as ancas. O caralho entra todo, grosso, estica-me. ‘Ahhh, que caralho grande!’ Bombo forte, rápido, urgente. Uma mão na boca para não gritar. Sinto a aliança fria contra a pele quente dele. ‘Mais rápido, antes ele voltar!’ Ele acelera, bolas batem no meu cu. ‘Vou gozar dentro, Ana.’ ‘Sim, enche-me!’ Gozamos juntos, o sumo dele escorre pelas coxas. Ele sai, beija-me o pescoço. ‘Segredo nosso.’ Visto-me depressa, cheiro a sexo.

A Vida Perfeita que Esconde o Fogo

O Miguel volta, ri, nada connosco. Eu sorrio, sirvo jantar como se nada. Mas por dentro… que rush. O segredo queima. De dia, esposa dedicada, à noite sonho com o caralho do Rui. Culpa? Pouca. Excitação? Imensa. Amanhã levo café outra vez. Quem sabe… o risco faz-me molhar só de pensar. A minha dupla vida: casada fiel na rua, puta gulosa em segredo. Adoro isto.

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