A Minha Confissão: O Caso Proibido com o Amigo do Meu Marido

A minha vida é perfeita, ou era. Marido amoroso, o Bruno, dois filhos lindos, casa com jardim, emprego estável numa empresa aqui em Lisboa. Tudo impecável. Mas há seis meses, o Bruno reencontrou o António, amigo de infância dele, militar que voltou da tropa para o Porto. Naquele primeiro jantar, os olhares cruzaram-se e… bum. O coração acelerou. Ele é alto, olhos pretos que queimam, sorriso safado. Eu, com a aliança a brilhar no dedo, senti a cona a pulsar só de olhar para ele.

Desde aí, é uma loucura. Vemo-nos sempre nos jantares de amigos. Ele e a Ana, a mulher dele, parecem normais, mas entre nós há eletricidade. Toques ‘acidentais’ nos braços, pernas que se roçam debaixo da mesa. Eu amo o Bruno, fazemos sexo incrível – ontem mesmo ele fodeu-me no sofá, forte, como eu gosto. Mas enquanto ele me comia, eu imaginava o António. Culpa? Sim, um bocadinho. Mas o tesão é mais forte. Adoro o risco, o medo de sermos apanhados. A aliança fria contra a pele quente dele… ai, só de pensar molho-me.

A Tensão do Desejo Escondido

Uma quarta-feira, ligo do trabalho e o Bruno diz que o António está lá em casa a beber uma cerveja. Eu chego, suada do metro, e lá está ele na cozinha. ‘Olá, linda’, diz com aquela voz grave. O Bruno ri-se, nem nota o ar carregado. Conversamos, mas os olhos dele devoram-me o decote. Saio para o quarto, coração aos pulos, e mudo de roupa depressa para não fazer merda. Mas penso: e se ele entrasse agora? E se me comesse ali mesmo, com o Bruno no jardim?

No fim-de-semana passado, fomos a uma casa de campo dos pais dele. Os maridos decidem: eu e o António vamos às compras ao aldeia, eles levam as crianças à quinta. Sozinhos na estrada poeirenta, ele para o carro num canto escondido. ‘Não aguento mais, tu sabes o que me fazes’, murmura. Eu hesitei… ou não. ‘Eu também, caralho’, respondi, a voz tremendo. Beijámo-nos ali, línguas vorazes, mãos por todo o lado. Mas paramos – risco alto, as famílias ali perto.

A Foda Rápida e Arriscada no Parque

Ontem, o dia D. Ele liga: ‘Almoço contigo? Deixa o carro no garage, leva-me a casa’. Eu, burra, aceito. Encontro-o à porta do escritório, frio de Inverno. Vamos ao parque, bancos vazios, sandes quentes. Silêncio pesado. ‘Queres saber? Eu penso em ti todos os dias, a foder-te’, diz ele direto. Eu: ‘Para, António, o Bruno…’. Mas levanto-me, caminho, mãos que se tocam. Perto de uma árvore, viro-me e atiro-me à boca dele. Beijo molhado, urgente. ‘Vem’, diz ele, puxa-me para uma cabana velha no fim do parque. Poeira, teias, mas foda-se, eu preciso.

Ele estende o casaco no chão, arranca-me o casaco, o pulôver. Tetões ao ar, mamilos duros do frio e tesão. Chupa-os voraz, morde suave. ‘Que delícia’, geme. Levanta a saia, baixa as collants, shorty de renda fica. Dedos na cona já encharcada, abre os lábios, mete dois dentro, foda-me com eles. ‘Molhada pra caralho’, ri-se. Eu abro-lhe as calças, caralho grosso, veias saltadas, pré-gozo na ponta. Chupo gulosa, bolas na mão, ele geme alto. ‘Para, senão gozo já’. Tiro o shorty, deito-me, abro as pernas. ‘Fode-me agora, rápido’. Ele debruça-se, caralho na entrada, empurra forte. ‘Ahhh, foda-se!’, grito. Enche-me toda, pau a pulsar dentro. Fode selvagem, rápido, ancas a bater nas minhas, cona a chupar-lhe tudo. ‘Mais forte!’, peço. Ele tapa-me a boca, beija, mete pilha atrás de pilha. Sinto o gozo a vir, aperto-o, gozo a tremer toda, cona a contrair. Ele explode dentro, jatos quentes, ‘Toma tudo, puta’. Ficamos ofegantes, suados no chão frio.

Vestimo-nos depressa, olhos cúmplices. ‘Arrependo-me? Nem por sombras. Só do sítio’, digo. ‘Vamos repetir, num hotel’, promete. Saio, volto ao trabalho, pernas bambas, esperma a escorrer na cueca. Chego a casa, Bruno beija-me: ‘Bom dia?’. Sorrio, aliança a brilhar. Sim, perfeito. Mas agora vivo duas vidas: a esposa dedicada e a vadia viciada no segredo. O risco? Mata-me de tesão. Da próxima, quero mais. Muito mais.

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