Confissão: Minha Noite Proibida no Clube Libertino de Lisboa

Sou a Ana, 38 anos, casada com o João há 12 anos. De dia, sou gerente de contas num banco em Lisboa, roupa impecável, aliança a brilhar no dedo, sorriso educado nas reuniões. Ninguém imagina. Mas à noite… ai, à noite o meu corpo pede mais. O segredo é o que me deixa louca. O coração acelera só de pensar. Ontem mesmo, depois do jantar em família, disse ao João que ia sair com as amigas. Ele nem piscou. ‘Vai, diverte-te’, disse ele, beijando-me a testa. Mas eu? Eu rumava ao clube libertino no centro, aquele escondido atrás de uma porta discreta. O táxi parou ali perto, paguei rápido, coração aos pulos. Empurrei a porta, o ar quente e húmido bateu-me na cara. Despi-me nos balneários, serviette à cintura, sentindo o frio do azulejo nos pés descalços. Olhei-me no espelho: tetas firmes, rabo redondo, cona depilada. Culpa? Um bocadinho. Mas excitação? Mil vezes mais.

No jacuzzi, vi-o. Chamava-se Miguel, uns 25 anos, inglês de férias, corpo atlético, pila meia-mole mas grossa. Sorriu-me, olhos famintos. Sentou-se ao meu lado, a água a borbulhar entre nós. ‘Primeira vez?’, perguntei, voz baixa. ‘Não, mas tu pareces nervosa’, respondeu ele, mão a roçar a minha coxa por baixo da água. Senti o choque. A aliança fria no dedo, a mão dele quente, áspera. ‘Sou casada’, confessei, quase num sussurro. ‘Melhor ainda’, disse ele, rindo. A tensão subiu. Meu marido em casa a ver TV, eu ali, a abrir as pernas devagar. Ele tocou-me a cona, dedos ágeis, eu mordi o lábio. ‘Queres subir?’, murmurou. Levantei-me, pernas trémulas, água a escorrer pelo corpo. No hammam vazio, tirei a serviette. Ele fez o mesmo. Pila dura agora, cabeçuda, veiões apertados. Caí de joelhos, instinto puro. ‘Deixa-me provar’, disse. Chupei devagar, língua na glande, saboreando o salgado. Ele gemeu: ‘Caralho, que boca boa’. Sucção ritmada, baba escorrendo, olhos no dele. Ele agarrou-me o cabelo: ‘Para, ou gozo já’. Levantei-me, cona latejante.

A Rotina Perfeita e o Desejo que Queima por Dentro

Subimos ao quarto, porta entreaberta – risco extra, adorava. Ele deitou-me na cama de couro, capote na pila com mãos trémulas minhas. ‘Fode-me rápido, tenho de voltar cedo’, pedi, voz rouca. Entrou devagar, esticando-me toda. ‘Que cona apertada, puta casada’, rosnou ele. Comecei a gemer, unhas nas costas dele. Aliança a roçar o peito suado dele. Bombeava forte, bolas a bater no meu rabo. Virei cowgirl, empalei-me na pila dele, subindo e descendo, tetas a saltar. Olhos nos dele, via o fogo. ‘Mais forte, Miguel! Fode esta casada como uma vadia!’. Ele agarrou as minhas ancas, batendo de baixo para cima. Mudei para missionário, pernas à volta da cintura dele, calcanhares nos glúteos. ‘Goza dentro, mas com capote!’, gritei. Ele acelerou, selvagem: ‘Toma, toma tudo!’. Eu gozei primeiro, cona a contrair, sumo escorrendo. Ele veio logo, grunhindo, corpo colado ao meu. Sudor, cheiro de sexo, corações disparados. Olhei o relógio: 1h30! ‘Merda, tenho de ir’. Limpámo-nos à pressa na ducha, mãos ensaboadas nos corpos, beijos molhados.

No balneário, vesti-me rápido: saia lápis, blusa branca, maquilhagem no sítio. Parecia a Ana certinha de novo. Ele beijou-me na boca, língua enlameada: ‘Volta quando quiseres’. Saí, ar fresco da noite, táxi para casa. Cheguei às 2h, João dormia. Deitei-me ao lado dele, cona ainda sensível, pila dele mole ao lado. Toquei-me discretamente, revivendo tudo. Amanhã, reunião às 9h, aliança limpa. Mas eu sei. O segredo queima. A culpa? Esquece. É o frisson que me faz viva. Da próxima, volto. Mais risco, mais pila.

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