Sou a Inês, 36 anos, casada com o Miguel há 10 anos. Advogada em Lisboa, vida impecável: casa no Restelo, jantares em família, yoga às manhãs. Ele é perfeito, mas no quarto… tudo morno, previsível. Eu? Eu queimo por dentro. Há meses, o Ricardo, meu amante secreto, um empresário de 45, dominante e safado, me arrasta para o abismo. Domingo à noite, volto de ‘conferência’ no Porto. Minto pro marido: chego amanhã. Coração aos pulos no carro dele, estacionado num parking subterrâneo perto da Baixa. A aliança no dedo esquerdo brilha sob a luz fraca. Ele põe a mão na minha coxa, sobe devagar. ‘Relaxa, Inês. Sentes-te tensa.’ Engulo em seco. ‘Tenho medo… e se ele descobre?’ Mas o beijo vem, línguas quentes, mão dele nos meus peitos, mamilos duros. Sinto o pau dele tenso no fato. Urgência: tenho de voltar antes da meia-noite pro comboio. Ele sorri: ‘Hoje, só nós. Mas com surpresa.’ Saímos, mão dele na minha bunda no elevador lotado. Pubis lateja.
No restaurante chique, salão principal cheio de ricos de gala. Eu, saia curta e top justo, sinto olhares. Coro. Mas ele guia-me escada acima. Outro mundo: luzes tamisadas, mesas íntimas em redor de pista de dança. Casais acariciar-se abertamente – mãos em decotes, braguilhas abertas. Mulheres como eu, seminuas. A dona, Sophie-like, em calções de couro e camisa transparente, peito à mostra, recebe-nos. ‘Boa noite. Mesa reservada.’ Ao atravessar, mão dele na minha bunda, possessiva. Aqui, excita-me. Sentamo-nos lado a lado na banquette. Champagne chega por Clara, 20 anos, só de tanga vermelha minúscula, lábios da cona marcadas no tecido. Olho hipnotizada. Depois Armand, rapaz igual, pau delineado. Ele serve menu igual ao de baixo, mas ‘menos guindado’. Ricardo explica: ‘Ela é dominatrix, eles o harém dela.’ Mão dele na minha virilha, eu abro pernas. Dedo agita clítoris por cima da renda. Beijamo-nos fundo. ‘Ousa hoje, Inês. Toma iniciativa.’ Clara serve, fico obcecada nas coxas dela. Armand cora quando Ricardo brinca com passado dele – masturbações, orgias pra ela. Pau dele treme no tanga. Ricardo põe minha mão na braguilha dele: ‘Sentes? Tu e ele me põe assim.’ Chocado? Não, molhada. Contamos o fim de semana: massagens eróticas, cave de gangbang simulado. Dedo dele entra na minha cona encharcada. Eu abro zip, agarro o caralho grosso, veias pulsantes. Armand traz pratos, vê tudo. ‘Fica, olha!’ Dedo acelera, gozo abafado, cona contraindo. Ele ri.
A Rotina Que Esconde o Fogo
Dança começa. Ricardo com a dona, peito dela exposto, mão nas nádegas dele. Ciúmes? Armand convida-me. Abraço apertado, mão dele nos meus peitos, outra nas fendas da bunda. Sinto pau endurecer na anca. ‘Estás duro por mim.’ ‘Quero foder-te.’ Mão minha no pau dele, fora do tanga, masturbo devagar. Ele enfia dedos na cona, clítoris inchado. Música para, frustrada. No salão privado, Sophie chama Clara e Armand. ‘Inês, ajoelha e tira as tangas.’ Faço: cona raspada dela, pau semi-mole dele. Sento na borda, Clara nas minhas coxas, pernas abertas. Acaricio peitos dela, duros. Armand lambe cona dela, eu sinto tremores no corpo. Ela geme, goza gritando, corpo colado ao meu pubis. Agora, ele fode ela devagar, caralho grosso entrando fundo. Eu guio, dedo no cu dela. Ele explode, esperma jorra. Gozam juntos. Eu no limite, masturbo cona e dela, dedos cheios de porra, gozo violento. ‘Rápido, veste-te. Tens de ir.’ Adrenalina pura.
Ricardo deixa-me no comboio. Chego Lisboa 1h. Miguel busca, beijo casto. ‘Cansada?’ Janto frio, sento esperma seco nas cuecas. Deito, ele dorme. Toque-me pensando no caralho de Armand, na cona de Clara. Segredo guardado, risco delicioso. Amanhã, advogada séria. Mas já marco próximo: Porto de novo. Vida dupla? Adoro o frisson.