Confissão de uma Mulher Portuguesa: A Minha Dupla Vida no Clube de Ténis

Sou a Ana, 36 anos, advogada em Lisboa. Casada com o João há 12 anos, dois filhos, casa impecável nos subúrbios. De dia, sou a mulher perfeita: reuniões, almoços de família, yoga às manhãs. Mas… há o Rui. O meu amante secreto, casado com a Carla, que joga ténis comigo. Os nossos maridos estão ali, sentados na bancada, a ver-nos jogar. O coração bate-me forte só de pensar. A aliança no meu dedo esquerdo brilha ao sol, mas sinto a humidade entre as pernas. ‘Ana, concentra-te’, diz a Carla, renvoiando a bola. Eu sorrio, mas os meus olhos cruzam-se com os do Rui, disfarçado de sócio do clube. Ele acena discretamente para os arbustos ali ao lado. O desejo é mais forte que o medo. ‘Vou ao banho rapidinho’, minto para a Carla, fingindo cãibras. Corro para lá, o pulso acelerado, o suor a escorrer pelas costas. Ele já está à espera, calções desabotoados, o caralho duro e latejante. ‘Rápido, amor, eles estão a ver’, sussurro, culpada mas louca de tesão.

Ele não perde tempo. Puxa-me contra um arbusto espesso, as folhas roçam-me a pele. ‘Mostra-me esse cu guloso’, rosna no meu ouvido. Eu obedeço, baixando as cuecas de ténis, as nádegas ao ar. A mão dele cai forte nas minhas fleshes, slap slap, o ardor espalha-se como fogo. ‘Ahh… devagar’, gemo, mas as pernas tremem de prazer. Ele acaricia o vermelho, depois os dedos invadem-me a cona encharcada. Sucção molhada, dois dedos dentro, o polegar no clitóris inchado. ‘Estás a pingar, puta casada’, diz, e eu mordo o lábio. ‘Sim… fode-me, mas rápido.’ Ele enfia o polegar no meu cu apertado, girando, abrindo-me. Eu arqueio as costas, o coração na garganta – e se o João se levanta? A aliança fria contrasta com a mão quente dele a apertar-me a anca. ‘Gostas do meu dedo no teu cuzinho, não gostas?’ ‘Sim… mais… mas não pares na cona.’ Ele acelera, dedos a bombear, eu gozo baixo, tremendo, as coxas a escorrer cyprine. ‘Agora o meu caralho’, ordena. Badigona o pau com os meus sumos, aponta à rosinha ourlada. Empurra, o glande entra suave, eu solto um gritinho abafado. ‘Cala-te, ou apanham-nos.’ Ele ramona forte, o cu a engolir cada centímetro, slap slap das virilhas contra as minhas nádegas vermelhas. ‘Diz que adoras ser enrabada pelo amante.’ ‘Adoro… fode o meu cu, Rui… enche-me!’ Ele urra baixo, explode dentro, jatos quentes a inundar-me as entranhas. Saio mole, o cu a pulsar, esperma a escorrer.

A Rotina Perfeita e o Chamado do Proibido

Volto ao court a correr, suada, as pernas bambas. ‘Onde estavas?’, pergunta a Carla. ‘Banho… cãibra’, minto, o rosto corado. Os maridos aplaudem, o João sorri orgulhoso. Sento-me na cadeira, sinto o esperma a vazar nas cuecas, o cu dolorido mas satisfeito. Olho para o Rui na bancada, cúmplice, e o tesão volta. Culpada? Um bocadinho, pelo risco com os filhos à espera em casa. Mas excitada? Imensamente. Esta dupla vida é o meu vício – a senhora respeitável que ninguém suspeita, mas que adora ser fodida no cu em segredo. Amanhã, volto ao escritório, aliança a brilhar. Mas o telemóvel vibra já com mensagem dele: ‘Próxima vez, no carro do teu marido.’ Meu Deus, sim.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *