Confissão: Minha Dupla Vida no Comboio com o Autor Proibido

Eu sou a Ana, 36 anos, casada há 12 com o João, assistente de direção numa empresa em Lisboa. Vida perfeita no papel: casa impecável nos subúrbios, jantares em família, aliança de ouro no dedo que brilha nos meetings. Mas por dentro? Um vazio que me consome. Adoro o risco, o segredo que acelera o coração. Ontem, no comboio de Coimbra para Lisboa, tudo explodiu.

Eu lia “Perversão Oculta”, um livro erótico que devoro escondida. Páginas sujas de spanking, correntes, gozo violento. O comboio balança, cheira a café e suor. Adolescentes barulhentos ao lado, mas eu mergulho nas palavras. Levanto-me para o bar, saia justa colada às coxas, rabo grande que roça nas cadeiras. No balcão, peço um sumo. Olhos castanhos encontram os meus. Ele, uns 45, barba grisalha, olhos dourados, copo de café na mão. “Página 72? A chicotada na estrebaria?”, diz com voz grave. Arrepio. É o autor, Ricardo. Meu coração martela. Ruborizo, sumo derrama. Ele limpa com a guarda, mão roçando a minha. “Chamas-me Cassie? Não, Ana. E tu?”. Conversamos, risos nervosos. Ele casado? Não diz. Eu? Aliança pisca como alerta. Mas o desejo cresce. Ele sabe os detalhes do livro como se os vivesse. “Queres provar?”, sussurra. Hesito. O comboio para em estação pequena. “Vem comigo.”.

O Encontro que Mudou Tudo

Desço, pernas tremem. Plataforma vazia, chuva fina. Ele puxa-me para o WC do fim do comboio, porta range. Tranca. “Rápido, antes de Lisboa”. Coração na garganta, medo de condutor ou alguém bater. Ele beija-me feroz, língua invade, sabe a café e tabaco. Mãos sobem saia, rasgam collants. “Estás molhada, puta casada”, rosna. Gemo, “Sim, fode-me”. Aliança fria contra pau dele, duro como ferro. Baixo calças, ajoelho. Chupo guloso, bolas peludas na cara, veias pulsando na boca. Ele geme, “Boa boquinha”. Levanta-me, vira de costas ao espelho sujo. Espelho mostra meu rosto culpado, olhos vidrados. Pau entra na cona ensopada, um empurrão violento. “Ahh!”, grito abafado. Fode forte, coxas batem no meu rabo, slap slap. Dedos apertam tetas, beliscam mamilos duros. “Gostas do risco, hem? Teu marido espera-te”. Aceno, gozo primeiro, cona aperta pau, sucos escorrem pernas. Ele acelera, “Vou gozar dentro”. “Não!”, mas pernas abrem mais. Jorra quente, enche-me. Sai, esperma pinga. Limpamos com toalhas de papel, riso nervoso. “Liga-me”, dá cartão. Volto ao lugar, cheiro a sexo no ar, collants rasgados escondidos.

Chego a Lisboa, comboio atrasa 10 min. João espera, beijo casto. “Dia bom?”. “Sim, cansada”. Jantamos, falo do trabalho. Mas sinto esperma secando na cona, aliança suja de baba dele. No banho, toco-me, gozo outra vez pensando no pau. Amanhã? Reunião cedo, mas mando SMS: “De novo?”. O segredo queima, delicioso. Sou a esposa perfeita… e a vadia viciada no risco. Culpada? Um pouco. Excitada? Demais. Quero mais.

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