Sou Catarina, casada há 15 anos, mãe de dois, engenheira respeitada em Lisboa. Vida perfeita no papel: casa arrumadinha nos subúrbios, marido fiel, rotina de conferências sobre neurociências. Mas… ai, o segredo. Adoro o risco, o coração aos pulos, o medo de ser apanhada. Hoje, conto o que me aconteceu ontem. Ainda sinto o cheiro dele na pele.
Desci do elétrico 28, saia lápis justa, salto alto, blusa branca. Atravessei a rua para o centro de conferências. Senti um olhar nas costas. Um homem mais velho, reformado talvez, seguia-me discreto. Na sala, só meia dúzia de pessoas. Escolheu a primeira fila, direita da mesa. Sentei-me na borda da cadeira, levantei um pouco a saia. Ele viu: a renda preta das meias, o fio dental negro contra a pele branca das coxas. O meu coração acelerou. Olhei para ele mais vezes. Falei de neurociências, recompensas sexuais nos primatas. ‘E o sexo que não reproduz? Felação, sodomia, masturbação mutua…’, disse com um sorriso cúmplice. Ele não piscava.
A Tensão que Crescia na Sala
Levantava-me para o quadro, abria as pernas devagar. Ele via tudo. Deixei cair o marcador. ‘Ups…’, agachei-me, apoiei na mesa. Só ele via. Abri as coxas, devagarinho. O triângulo negro inchado, húmido já. Ele fixou os olhos, eu respirei fundo. Fiz de novo, duas vezes. O meu clitóris latejava. A aliança no dedo brilhava, lembrete do marido à espera em casa. Mas o desejo vencia. Terminei a conferência, voz trémula. As pessoas saíram. Ele ficou.
‘Ajudava-me com o PDF? Sou nula nisso’, perguntei, sorriso largo. Subiu ao palco. Curvei-me no Mac, saia tensa nas nádegas. Ele pegou no rato, mão roçou a minha. Eletricidade. ‘Pronto’, disse ele. ‘Obrigada. Como agradeço?’ Aproximei-me, lábios entreabertos. Beijámo-nos. Línguas quentes, gemidos. Mãos dele nas minhas nádegas firmes. Senti a ereção contra a barriga. Desabotoei-o, pau duro na mão. ‘Deixe-me…’, sussurrei. Agachei-me, saia subida, tirei o fio dental. Chupei o gland, lambi devagar. Dedos dele nos meus cabelos. Masturbei-me, molhada. Enfiei um dedo no cu dele, devagar. Ele gemeu. ‘Gostas?’,
O Êxtase Rápido e o Retorno à Rotina
Levantei-me, empurrei-o para a mesa. ‘Deita-te!’ Montei, esfreguei o clitóris na cabeça do pau. Seios à mostra, mamilos duros. ‘Devagar… sim, assim!’ Gozei forte, jatos quentes no ventre dele. Empalei-me, cavalguei. Olhei em redor – o porteiro! Pau na mão, a masturbar-se. Hesitei. Sorri, chamei-o com a mão. Ele veio, tímido. Masturbei-o enquanto fodia o outro. ‘Quero os dois!’, ordenei. O porteiro molhou os dedos, enfiou no meu cu. Dois dedos, depois o pau. Senti as duas caralhas juntas, uma na cona, outra no cu. Ritmo louco, gemidos altos. Pinchava os mamilos dele. Gozei de novo, gritando. Eles explodiram dentro de mim, porra quente a encher-me.
Calma. O porteiro saiu, piscou o olho. ‘Quem era?’, perguntou ele. ‘Um sonho…’, ri. Desci da mesa, alisei a saia, arrumei o soutien, passei dedos no cabelo. Fechei o portátil, pendurei a mala. Beijei-o rápido. ‘Sabia que eras bom… Obrigada.’ Deixei o fio dental na barriga dele. ‘Lembrança.’ Saí, pernas trémulas, porra a escorrer. No elétrico de volta, marido liga: ‘Jantas em casa?’ ‘Sim, amor, já chego.’ Sorri para o reflexo. Segredo guardado, corpo a pulsar. Amanhã, mais uma conferência. Quem sabe?