Confissão Íntima: Minha Dupla Vida no Convento Português

Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, advogado como eu em Lisboa. Vida perfeita: casa em Alfama, dois filhos na escola, jantares de família, missas aos domingos. Mas por dentro… ai, por dentro eu queimo. Adoro o segredo, o risco de ser apanhada. A aliança no dedo esquerdo brilha enquanto penso em caralhos duros e bucetas molhadas. Vim ao Convento de Santa Maria, nos arredores de Coimbra, para um retiro de uma semana. ‘Preciso de paz espiritual’, disse ao marido. Mentira. Queria fugir da rotina e caçar prazer proibido.

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Cheguei ontem. A Madre Superiora, severa, mandou-me para corveias na biblioteca com a Irmã Bernadette. Castigo por me terem apanhado com a Christelle no quarto – um beijo quente, mãos por baixo das saias. Coração aos pulos, suor frio. Mas excitada. Desci as escadas rangentes, ar cheirando a mofo e incenso. Justine, a noviça rechonchuda e safada, piscou o olho: ‘Boa sorte, não faças barulho’. Entrei na biblioteca escura, pilhas de livros por todo o lado.

A Rotina Perfeita e a Tentação que Crescia

Irmã Bernadette, gorda e incansável, apontou: ‘Poemas ali em baixo, cuidado com a Irmã Lúcia, estuda literatura’. Desci o escadão de madeira, labirinto de estantes. Calor no peito, buceta já úmida só de imaginar. Encontrei o canto da poesia, no fim do inferno. Pus os livros no chão, sentei-me num banco, respiração pesada. Silêncio. Então… um suspiro. Humano, fundo. Procurei. Atrás da estante, ela.

Irmã Lúcia, 25 anos, linda como um anjo pecador. Cabelos negros soltos, olhos verdes, corpo esguio sob a batina subida até as coxas. Pernas abertas, buceta raspada à mostra, brilhando. Dedos finos dançavam nas lábios inchados, entravam devagar na cona aberta, subiam ao clitóris. Lento, molhado. ‘Oh Deus…’, pensei, mas era o diabo chamando. Coração disparado, mão na minha saia. Ela gemia baixo, cabeça no muro, mamas firmes balançando.

O Êxtase Rápido e Arriscado na Biblioteca

Não resisti. Calções abaixados, cueca de lado. Minha cona latejava, molhada como nunca. Aliança fria no dedo, contrastando com o calor. Enfiei dois dedos, depois três. Via-a penetrar-se mais fundo, quatro dedos agora, sucos escorrendo pelas coxas. Gemi baixinho. Ela acelerou, clitóris inchado, cona abrindo-se como boca faminta. Eu igual: punho quase todo dentro, foda violenta, rápida. Risco enorme – e se alguém viesse? Adrenalina pura. Pernas tremiam, urinei um pouco de excitação, cheiro forte misturado ao mel da buceta.

Olhos nos olhos dela, através dos livros. Ela viu-me, paralisou um segundo, mas continuou, mais louca. Grito abafado, corpo arqueado, orgasmo explodindo. Eu caí na estante, punho enfiado até o fundo, cona contraindo, jatos quentes, urina e gozo misturados nas pernas. ‘Porra, que delícia…’, sussurrei. Ela fugiu, batina desajeitada. Eu tremia, suada, molhada, livros caídos.

Irmã Bernadette veio aos berros: ‘O que fizeste à Lúcia? Arruma isso!’. Limpei-me como pude, cheiro de sexo no ar. Tarde toda a limpar, vigiada. Noite, Madre Superiora: mais castigos, horta às seis, biblioteca todos os dias. Volto amanhã para Lisboa, marido espera. Mas o segredo… ai, o segredo queima. Lúcia baixou os olhos no refeitório, rosto corado. Amanhã mando mensagem anónima? Dupla vida: Ana a esposa perfeita, Ana a puta secreta. Coração acelera só de pensar. Quero mais risco, mais conas molhadas no escuro.

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