Acordei suada na cama do barco, o coração a bater descompassado. Olhei o relógio: nove da manhã. O marido acha que estou numa conferência em Mombasa. Na verdade, fugi durante a noite, remando este bote pneumático para a praia vazia de Diani. Ele é ciumento, possessivo. Preciso de ar. A maré sobe, as ondas rugem mais alto. Estou aqui sozinha, casada há dez anos, gerente de hotel em Lisboa, vida perfeita de fachada. Mas adoro este risco, esta adrenalina.
Saio do bote e bato na água com a pala. ‘Merda, caralho!’ grito em português, mas baixo a voz. Ninguém. A costa sul está deserta, baixa temporada. Vejo uma villa com piscina, palmeiras. Um homem sai: alto, moreno, francês pelo sotaque. Chama-se Julien, assistente num hotel ali perto. ‘Calma, senhora’, diz ele. Reconhece-me? Não, sou discreta. Ofereço mil euros para ficar uns dias em segredo. Ninguém pode saber. Ele hesita, aceita por cinco mil. Meu anel de casada brilha ao sol, contrasta com a minha pele arrepiada de desejo.
O Início do Meu Segredo na Praia Deserta
Instalo-me na quarto extra. Ele vai a Mombasa comprar roupas, comida. Volto à piscina, tiro o vestido molhado. Meu corpo nu reflete na água. Ele chega, olha-me. ‘Estás linda’, murmura. Jantamos frango com caril. Poucas palavras. Sinto o olhar dele na minha aliança. ‘O teu marido?’, pergunta. ‘Não penses nisso’, respondo, tocando-lhe a perna por baixo da mesa. Coração acelera. Amanhã trabalho, mas esta noite… A tensão cresce. Adoro este contraste: de dia, senhora respeitável; de noite, puta gulosa.
No dia seguinte, ele leva-me a windsurf no lagoa. Caio vezes sem conta. ‘Vem, senta-te à frente’, diz. Sinto o corpo dele colado ao meu, as mãos no desejo. O vento sopra, caímos na água morna. ‘Vem cá’, sussurro. Beijamo-nos, línguas urgentes. Minha mão desce ao short dele, sinto o caralho duro. Ele puxa o laço do meu biquíni de baixo. ‘Inês, estás molhada’, diz, enfiando o dedo na minha cona. Água salgada contrasta com o meu mel quente. Gemo baixo. ‘Aqui? Alguém pode ver’, digo, mas empurro o quadril.
O Êxtase Proibido e o Risco de Ser Apanhada
Viro-me, apoio na prancha. Ele beija-me o pescoço, fode-me com os dedos. ‘Quero-te agora’, rosna. Tira o short, o caralho lateja contra as minhas nádegas. Guio-o à entrada da cona, escorregadia. Entra devagar, a água atrapalha, mas fodo contra ele. ‘Mais forte, Julien, fode-me como uma puta!’ Peitos balançam, ele aperta os mamilos. Gozo primeiro, cona a apertar o pau dele. Ele explode dentro, jatos quentes. Ficamos colados, ofegantes. ‘Ninguém sabe’, digo, beijando-o.
À noite, na terraço. Langostas, cerveja Tusker. Ele põe música suave. ‘Tira a camisola’, peço. Nu, abro as pernas, mostro a cona depilada, babando. Ele ajoelha, lambe o clitóris, chupa como faminto. ‘Assim, caralho, come-me toda!’ Gozo na boca dele, pernas a tremer. Monto-o no sofá, desço no caralho grosso. Subo e desço, cona engolindo tudo. Ele enfia o dedo no cu, acelera. ‘Goza na minha cona casada!’ grito baixo. Ele enche-me de porra, espasmos infinitos. Depois, no quarto, fodo de novo, devagar, sentindo cada centímetro.
De manhã, o telemóvel toca. Uma amiga do hotel: ‘Inês, o teu marido ligou, desconfia. Vem já!’ Coração para. Vestimo-nos a correr. Ele leva-me ao ferry em moto, corpo dele ainda colado ao meu. No avião para Nairobi, penso: voltei à rotina, mas o segredo arde em mim. Em Lisboa, abraço o marido, anel brilhando com o cheiro dele. Culpa? Pouca. Excitação total. Quem sabe quando volto a Diani… Este fogo proibido é viciante.