Confissão na Duna do Pilat: Minha Dupla Vida de Casada Safada

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, gerente de contas numa firma de Lisboa. Vida perfeita: casa asseada, dois filhos, jantares em família. Mas no fundo, eu queimo. Adoro o risco, o segredo que me faz pulsar. Este verão, férias na França. Arcachon, pé da Duna do Pilat. Menti pro João: ‘Vou sair com as amigas portuguesas que conheci na praia’. Ele nem pestanejou. Mas eu juntei-me a um grupo de sete rapazes, estudantes de aeronáutica de Toulouse. Jovens, tarados, cheios de piadas sobre ‘perfil aerodinâmico’ das minas que passavam. Ri, bebi, senti o fogo subir.

Subimos a duna de mãos dadas no escuro, areia a engolir os pés, suor a colar a roupa. Coração aos saltos. Olhei a aliança no dedo, brilhando ao pôr do sol alaranjado sobre o Atlântico. Lá em baixo, o mar negro. Em cima, multidão, mas o grupo achou um recanto atrás de uma ondulação. Estenderam toalhas, abriram cervejas. O sol mergulhou, estrelas explodiram. ‘Gerbe d’étoiles filantes’, disse um. Nuos todos, eu também. Brisa no mar a arrepiar os mamilos duros. Sentei de pernas cruzadas, olhos no céu, mas o desejo latejava entre as coxas.

O Segredo que Eu Escondo do Meu Marido

De repente, uma mão quente nas minhas costas. Desceu aos rins, roçou a barriga, enfiou-se nos pelos da cona. ‘Chut, não mexas, deixa-me fazer…’, sussurrou uma voz rouca no meu pescoço. Coração disparado. Podia ser qualquer um do grupo. Anonimato total, noite preta. Dedos ávidos na minha fenda molhada. Alisei a aliança fria enquanto ele me abria, polava o clitóris inchado. ‘Estás ensopada, puta casada’, murmurou. Gemi baixo. Risco de nos virem – o grupo ali perto, conversas abafadas. Mas isso excitava mais. Ele enfiou dois dedos na coninha apertada, bombeou devagar. Eu abri as pernas, arco nas costas.

A Foda Selvagem na Noite Estrelada

Virei-me, boca no pau dele, grosso, latejante, cheiro a suor e mar. Chupei gulosa, língua no saco peludo, garganta funda. Ele gemia: ‘Assim, engole tudo, vadia’. Dedos dele no meu cu, um entrou, massageou a próstata – não, espera, no meu grelo e buraco. Eu babava no caralho, bolas batendo no queixo. Urgência: tinha de voltar antes da meia-noite, senão o João liga. Ele me deitou na areia fresca, pau na minha boca, dedos fudendo a cona. ‘Vou gozar’, avisou. Puxei-o pra dentro, mas ele safou, jorrou quente na cara, boca, tetas. Eu explodi logo, cona a contrair nos dedos dele, sumo escorrendo.

Ele lambeu-me o cu, língua funda, enquanto eu limpava o porra com a mão. Mais uma dedada na cona, e gozei de novo, abafando gritos na toalha. Corpo tremia, areia nos pelos. ‘Volto amanhã?’, perguntou. ‘Não posso, segredo’, ri nervosa. Vestimo-nos rápido, grupo desceu a duna rindo, como se nada. No carro, aliança de novo no dedo, porra seca na pele. Cheguei ao hotel, chuveiro quente, marido dormia. Deitei-me ao lado dele, cona ainda latejando. Ninguém sabe. Mas eu vivo pra isso: a boa esposa de dia, a puta secreta de noite. Amanhã, mais mentiras. Mais fogo.

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