Confissão: Minha Dupla Vida e o Encontro Proibido no Aeroporto

Estou aqui no aeroporto, de pé entre esta multidão. O voo de Singapour acabou de aterrar. O meu coração bate forte, como se quisesse saltar do peito. Sou casada, sabes? Aliança no dedo anelar, brilhando sob as luzes frias. Na vida de fora, sou a mulher certinha: emprego estável em Lisboa, jantares em família, marido que chega do trabalho às sete. Mas há três meses que ele partiu… o meu amante. E eu? Eu contei ao marido que ia buscar uma colega do trabalho. Mentira. A adrenalina do segredo faz-me tremer as pernas.

Debaixo deste casaco longo até aos tornozelos, estou quase nua. Mini-saia curta, meias de rede pretas presas por um liga-cueiros que ele adora, e os seios livres sob a blusa fina. Sinto o ar fresco roçar as coxas a cada movimento mínimo. Não mexo. Um rapaz novo olha para mim, fixamente. Será que adivinha? O meu rosto arde. Três meses sem ele. Cartas trocadas, mas e se ele me traiu? Eu? Toquei-me sozinha, sim, pensando nele. Impaciente, joelhos cerrados, espero.

A Espera Ansiosa no Aeroporto

A porta abre. Vejo-o: bronzeado, sorriso safado, saco ao ombro. Corro para ele. Ergo-me na ponta dos saltos, beijo-o com fome. A língua dele na minha boca, quente, molhada. Sinto o calor descer direto para a cona, que já pinga. Ele larga o saco, cola-se a mim. Sinto a pila dele dura contra a minha barriga. A mão sobe pela saia, um dedo roça a humidade entre as pernas. ‘Assim me queres, caralho’, sussurra. Coro toda, olhos picam. Ele apanha o saco, baixa a saia, pega-me pelo ombro. Vamos para os elevadores. O rapaz ainda olha. Eu? Confusa, excitada.

No carro, no parque escuro, sol a nascer rosa no céu. Dirijo depressa na autoestrada. Saia arregaçada até à cintura, joelhos afastados. Ele olha, mão na minha coxa. Silêncio. Só queremos fechar a porta. Chegamos ao meu apartamento – marido no trabalho, casa vazia por horas. Subimos escadas a correr, chave treme na fechadura. Entro, encosto-me à porta. O casaco cai. Olhos nos olhos, desejo puro. Beijamo-nos, línguas loucas. Desaperto o cinto dele, zipper para baixo. Pulo-lhe ao pescoço, pernas à volta da cintura. Ele enfia a pila grossa na minha cona ensopada, ali mesmo, de pé. Fode-me rápido, violento. Goza em jatos quentes, enchendo-me. Eu? Ainda a ferver, insatisfeita.

O Prazer Intenso e o Segredo Mantido

Carrega-me para o quarto, ainda dentro de mim. Caímos na cama, persianas semi-fechadas, luz do dia a filtrar. Corpos tremendo de desejo acumulado. ‘Foda-se, que saudades’, murmura ele. Beijos molhados, respirações misturadas. Mãos everywhere: ele apalpa os meus peitos, belisca os mamilos duros. Eu agarro a pila dele, ainda meia-mole, mas a endurecer. ‘Quero-te todo’, digo, voz rouca. Chupo-lhe os tomates, lambo o caralho até ficar duro como pedra. Ele geme. Deito-me de pernas abertas, cona exposta, babando. ‘Enfia, vai’. Ele entra devagar, sente as minhas paredes apertarem. Ritmo lento primeiro, depois acelerado. Pum-pum, contra os meus quadris. ‘Mais forte, caralho!’. Ele obedece, fode-me como um animal. Sinto a aliança fria no dedo enquanto cravo unhas nas costas dele. O risco – marido pode ligar – multiplica o prazer. Grito, gozo primeiro, cona a pulsar, esguichando. Ele explode de novo, sêmen a escorrer.

Ficamos ali, suados, colados. Coração a martelar. ‘Traíste-me?’, pergunto, rindo nervosa. Ele nega, beija-me. Levanto-me, limpo-me depressa. Visto-me normal: saia decente, blusa abotoada. Ele sai primeiro. Eu? Olho-me ao espelho, aliança brilhando, cheiro a sexo no ar. Volto à rotina: almoço com colegas, mensagens do marido. Mas por dentro, ardo. O segredo guardado, a dupla vida – casada de dia, puta de amante à noite. Adoro este frisson. Quando é o próximo risco?

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