Eu sou a Maria, 38 anos, casada há 15 com o João, advogado como eu. De dia, ternos impecáveis, reuniões no escritório em Lisboa, jantares em família. Ninguém imagina. Mas ontem… ontem foi mais uma vez. Saí de casa a dizer que ia beber um copo com as amigas do trabalho. Mentira. O coração já batia forte só de pensar nele. O Ricardo. Aquele gajo que parece saído de outro tempo, com calças justas brancas, lenço ao pescoço, andar meio ondulado. No bar antigo ali no Bairro Alto, jukebox a chiar músicas velhas, bancos de couro vermelho gasto. Ele lá estava, no fundo, rodeado de tipos machões de jaquetas de cabedal. Eu entrei, disfarçada de senhora respeitável, anel de casada a brilhar no dedo. Olhares cruzaram-se. Ele sorriu, aquele sorriso maroto. ‘Boa noite, linda. Vens sozinha?’ A voz suave, mas olhos que devoram. Hesitei. ‘Sim… só um gin.’ Mas o corpo já traía. As mãos suadas, a cona a pulsar debaixo da saia justa. Ele aproximou-se, cheiro a bergamota misturado com algo mais cru, masculino. ‘Casada, hein? Mas isso não impede uma dança.’ Toquei no anel, culpada. O João a mandar mensagem: ‘Volta cedo, amor.’ Ignorei. A tensão subia. Ele flertava, eu ria nervosa, os amigos dele a gozar o ar ‘afeminado’ dele. Mas eu sabia o segredo. Sob aquela fachada, era um animal. ‘Vem comigo, Maria. Só cinco minutos.’ O risco. Alguém podia ver-me sair com ele. Mas o desejo vencia. Adrenalina pura.
Saímos para o beco atrás do bar, escuro, cheiro a lixo e fumo. Ele encostou-me à parede, mãos firmes nas minhas coxas. ‘Quero-te agora.’ Beijo molhado, língua invasora. Arrancou-me as cuecas, dedos grossos a entrar na cona já encharcada. ‘Estás tão molhada, puta casada.’ Gemi baixo, coração aos saltos. Desabotoou as calças, caralho enorme, duro como pedra, veias saltadas. Não era o lenço que importava. Era aquilo. Empurrou-me para baixo, joelhos no chão sujo. ‘Chupa, Maria. Mostra como és gulosa.’ Engoli-o inteiro, garganta cheia, saliva a escorrer. Ele gemia, mão no meu cabelo, fodendo a boca com força. ‘Boa menina.’ Levantou-me, virou-me de costas. Saia subida, cu exposto. Cuspiu na mão, lubrificou. ‘Vou foder-te o cu, queres?’ ‘Sim… rápido, por favor.’ Entrou devagar, depois brutal. Dor misturada com prazer, corpo a tremer. Mão na boca para não gritar. ‘Toma, toma tudo, vadia.’ Bombava forte, bolas a bater na cona. Dedos na frente, a esfregar o clitóris inchado. Gozei primeiro, pernas a ceder, jatos quentes a correr coxa abaixo. Ele acelerou, grunhiu, encheu-me o cu de porra quente, a escorrer. ‘Perfeita.’ Ajoelhou-se, lambeu-me limpa, língua gulosa na cona e cu. Tempo? Uns 10 minutos. Urgência total.
O Segredo Começa no Bar
Voltei ao bar, pernas moles, maquilhagem arranjada às pressas. Ele piscou olho, ‘Até breve, casadinha.’ Saí, apanhei táxi. Cheguei a casa, João dormia no sofá, TV ligada. Beijei-o na testa, ‘Cheguei, amor.’ Fui ao banho, água quente a lavar o cheiro dele, mas a porra ainda dentro de mim. Deitei-me na cama, molhada outra vez só de lembrar. O anel no dedo, o cu dolorido, o segredo intacto. Amanhã, mais uma reunião séria. Mas no fundo, sei: sou viciada nisto. O risco de ser apanhada, a culpa que excita. Dupla vida. E adoro cada segundo.