Eu sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, advogado bem-sucedido em Lisboa. Vida perfeita: casa em Alfama, dois filhos, trabalho como gerente de RH. Ninguém suspeita. Mas à noite, no telemóvel escondido, eu sou outra. Encontrei-o num site de fantasias. ‘Quero ser tua por um dia’, escrevi. Ele: ‘Vem à estação de Santarém amanhã, 14h. Vestido abotoado à frente, saltos altos, mala pequena.’ Menti ao João: ‘Reunião de trabalho em Santarém.’ Coração a bater forte no comboio. E se ele descobrisse? A aliança no dedo pesa, mas excita-me mais.
Cheguei, pés incertos nos saltos de 12cm. Terrasse do café em frente à estação, pedi um café. SMS dele: ‘Estás linda. Pronta? Palavra de segurança: abelha.’ Respondi: ‘Sim, senhor.’ Ele surge, beija-me na boca, possessivo. ‘Não combinámos casaco?’ ‘Faz frio…’, balbuciei. ‘Tira o vestido nas casas de banho. Dá-mo.’ Obedeci, tremendo. Saio só de casaco comprido, quasi nua por baixo: sutiã rendado, tanga fio dental. Sento-me sem permissão. ‘Erro, Ana. Levanta-te.’ Viro-me devagar, peito quase a sair. O casal ao lado ouve tudo, sorriem. Adrenalina: e se me virem? Ele dá-me um colar de tecido: ‘Prova da tua submissão.’ Partimos para o carro.
O Segredo que Começou Online
No banco de trás, vidros escuros. ‘Tira o casaco.’ Hesitei. ‘Obedece.’ Abro, mostro lingerie branca, seios firmes, mamilos duros. Ele elogia, eu coro, arqueio-me. ‘Agora tudo.’ Desaperto sutiã, dou-lhe. Peitos livres, saltam. ‘Tanga também.’ Nuas, só collants e jarretes. Chegamos à floresta perto de uma casa rústica. ‘Sai, despia-te toda à frente do carro.’ Olho em volta: árvores, silêncio. Tremo, mas obedeço. Sapatos fora, caminho nua pelo caminho de terra, gravilha nos pés dói um pouco, mas fico molhada. Ele segue de carro, devora-me pelo retrovisor.
O Prazer Proibido na Floresta
Não aguento. ‘Ana!’ Paro. Ele sai, agarra-me pelos cabelos, beija selvagem. ‘Quero-te agora.’ Empurra-me contra o capô quente do carro. Mãos nas minhas nádegas, dedos na cona ensopada. ‘Estás pingando, puta.’ Gemo: ‘Sim, fode-me.’ Ele abre calças, caralho grosso, veias pulsantes, salta para fora. Esfrega na minha entrada, entra de rompante. ‘Ahhh! Devagar…’, mas ele soca forte, rápido. Peitos balançam, mamilos roçam metal quente. ‘Grita, mas baixinho, alguém pode vir.’ Bombo-me contra o carro, cona apertando o pau dele, sucos escorrem pelas coxas. Viro de costas, ele mete de quatro no chão terroso. Pau fundo, bate no colo do útero. ‘Vais gozar para mim?’ ‘Sim, senhor! Fode mais!’ Dedos no cu, dois dentro, enquanto me come. Gozo violento, pernas tremem, grito abafado. Ele enche-me de porra quente, jorros dentro. ‘Boa rapariga.’
Limpo-me como dá, visto só o casaco. De volta à estação a tempo do comboio. No espelho, vermelha, cabelo despenteado, cheiro a sexo. Mando SMS ao João: ‘Reunião ótima, já volto.’ Coração acelera no regresso. Ele dorme quando chego, beijo-o inocente. Deito-me, cona ainda lateja, porra seca nas cuecas que pus às pressas. Culpa? Pouca. Excitação total. Amanhã, vida normal: reuniões, família. Mas no fundo, sou a puta submissa dele. Quando repetimos? O risco é o melhor afrodisíaco. Ninguém sabe. Meu segredo.