Cheguei cedo ao restaurante. Disse ao meu marido que ia jantar com a Judith, a minha ‘melhor amiga’. Ele nem piscou, beijou-me na testa e desejou boa noite. Vida perfeita: casada há dez anos, advogada respeitada, casa impecável nos subúrbios de Lisboa. Mas o meu coração batia forte. Anel de casada no dedo, brilhando sob as luzes quentes. Sentei-me numa mesa isolada, costas à parede, olhos na sala.
A empregada, morena de cabelo curto, top branco justo, veio anotar. ‘O que vai querer, senhora?’ Perrier com limão. Sorri, mas a minha mente já divagava. Vinte minutos, Judith atrasada como sempre. O salão enchia-se. Ouvi saltos. Não era ela. Um casal chique: ele alto, cabelo grisalho, fato escuro. Ela, loira elegante, saia fenda atrás, saltos de dez centímetros, avançava devagar, ancas a rodar. Como num filme. A empregada levou-os à mesa em frente. Ela sentou-se, saia subiu, revelando o topo das meias. Olhos azuis cruzaram os meus. Sorri, envergonhada por a fitar tanto.
A Rotina que Esconde o Fogo
Judith chegou por fim, provocante: botas altas, mini-saia de couro, t-shirt sem sutiã. Beijou-me na boca, todos olharam. Pedimos rosé. De vez em quando, os meus olhos iam à loira. Ela sorria de volta, cúmplice. ‘Vou à casa de banho’, disse Judith, sumindo num mar de olhares. A loira virou a cabeça, corou quando me apanhou a rir. Sorri-lhe abertamente. Ela ajeitou o rabo-de-cavalo, seios apontados. Linda, vulnerável.
Cinco minutos. Rosé a aquecer-me. Levantei-me. Porta das senhoras fechada. Água a correr. Abriu-se. Ela sorriu, segurando-a. ‘Entre.’ Sentei-me, madeira quente das coxas dela. Bati à porta: ‘Esqueceu o saco.’ Abri: Laure, 35 anos, linda. Ideia louca: escrevi num papel ‘Valéria, adoro desenhar. Queres posar nua? Liga.’ Meti o meu número. Saí, entreguei-lhe. ‘Laure Bousquet?’ Apertei a mão. Olhos nos olhos. ‘Estás linda, mas demasiado recatada.’ Desabotoei-lhe dois botões da blusa. ‘Assim, vê-se o início dos teus peitos. Não os escondas.’ Ela corou, boca aberta. Beijei-a nas faces, mão nas nádegas. ‘Volta à mesa, o teu marido espera.’ Fechei a porta, coração aos pulos. O que fiz?
O Clímax Rápido e o Regresso ao Fingimento
Regressei, ela mantinha a blusa aberta, decote generoso. Judith: ‘Fumaste?’ Ri. Olhares trocados. Ela e o marido saíram, ‘Boa noite’ dela, voz rouca. Judith arrastou-me para fora fumar. ‘Ela é boa, decote até à cintura!’ Ri: ‘Fui eu que abri.’ De repente, telemóvel vibrou. Mensagem: ‘Laure. Quero posar. Agora?’ Coração disparou. ‘Judith, tenho de ir, marido liga.’ Beijo rápido, fugi.
Encontrei Laure num beco atrás do restaurante. ‘Maluca’, sussurrei. Beijámo-nos com fome, línguas urgentes. Anel no dedo roçando a pele dela. ‘Casa à minha espera.’ Mãos dela na minha saia, subindo. ‘Quero-te.’ Encostámo-nos à parede fria, risco de alguém passar. Tirei-lhe a saia, cueca de renda. Dedos na buceta molhada. ‘Estás encharcada.’ Ela gemeu: ‘Lambe-me.’ Ajoelhei-me, língua na clitoris inchado, chupando forte. Coxas tremiam. ‘Fode-me com os dedos.’ Meti dois, fundo, rápido. Ela mordeu o lábio: ‘Mais, caralho, mais!’ Gozou violentamente, sumo na minha boca, corpo convulso. Levantei-me, ela ajoelhou-se. Abriu-me as pernas, língua na minha cona depilada. ‘Que delícia.’ Chupava voraz, dedos no cu. Adrenalina: carros passavam na rua. ‘Vou gozar!’ Explosão, pernas fracas.
Ajeitámo-nos depressa. ‘Isto foi loucura. Liga-me.’ Beijo final, fugi para o carro. Cheguei a casa, marido dormia. Deitei-me, cheiro dela na pele, anel brilhando. Culpada? Um pouco. Mas excitada. Amanhã, vida normal. Mas o segredo queima. Quero mais. Muito mais.