A Minha Confissão: Dupla Vida de Enfermeira e Amante Secreta

Eu sou a Vera, enfermeira psiquiátrica num centro para deficientes intelectuais. Casada com o João, mãe do Lucas. Vida impecável: casa arrumadinha, trabalho sério, sorrisos falsos para todos. Mas ontem… Meu Deus, ontem quase tudo desabou. Três noites de guarda, exausta, levei a equipa de basquetebol do meu filho à sala de desporto, a 20 km de casa. O Lucas gripado, não veio. Estacionei no fundo do parque, baixei o banco, fechei os olhos. Precisava dormir antes do jogo.

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Coração ainda acelerado das noites loucas. Os utentes agitados, calmantes, recamas. Mas não era só isso. A aliança no dedo esquerdo brilhava, fria. Eu… eu pensava nele. No risco. Adoro isso, o segredo que me queima por dentro. Batida na janela. Sobressaltei-me. Era o Didi, o rapazinho tímido da equipa. Baixo, magro, olhos baixos. ‘O jogo cancelou-se, os outros foram-se embora de carro. Disseram para esperar aqui convosco.’ Voz tremida. Olhei o relógio: dez minutos só. Os outros riram-se dele, deixaram-no. Senti pena… e algo mais. Culpazinha, mas excitada. ‘Entra, Didi. Vamos matar tempo noutro lado.’ Ele corou. Eu ajeitei a saia de verão, que subira nas coxas. Culote à vista. Ele desviou o olhar, mas eu vi o volume.

O Segredo Começa no Estacionamento

Guiei-me pelo que ele disse, aldeia da avó, caminho de terra. Paramos, pegamos manta do porta-bagagem. Trilho íngreme, saltos inadequados. ‘Ajuda-me?’ Segurei-lhe o braço, corpo colado. Ele firme, diferente. Chegamos à cerca de arame. ‘Tira o vestido, senão rasga.’ Eu… hesitei. Aliança fria contra a pele quente. Tirei, em lingerie. Ele parou, olhos nos meus seios. Passei, ele ajudou, mão na minha bunda, pressionando para baixo. Senti o calor. Do outro lado, vesti-me depressa, mas tetilhas duras. Ele passou, cara rente à minha cona através da renda transparente. Corri para a manta, vista para o mar. Sol quente, solidão total.

O Prazer Explosivo na Colina

Sentámo-nos. ‘Chama-te Ferdinand, não?’ Tirei a camisola dele. ‘Desculpa, mas faz calor.’ Ele nu, exceto boxers. Corpo franzino, mas olhos doces. Falei-lhe da vida dele, pais ausentes, bullying. ‘Tens namorada?’ ‘Não, a pila é pequena. Não presto para foder.’ Silêncio. Coração meu a bater forte. Aliança brilhando. ‘Mostro-te que enganas-te.’ Peguei-lhe na pila mole, acariciei. Cresceu devagar. Tirei soutienne, seios livres. Ele tocou, trémulo. ‘Lambi-a?’ Beijei-o, língua dentro. Deitei-me, tirei cueca. Montei nele, cona molhada roçando a pila dura. ‘Sente como escorre?’ Guiei-o para dentro. Pequena, mas roçava o clitóris perfeito. Mexi o rabo devagar, depois rápido. ‘Fode-me, Ferdinand!’ Ele gemeu, mãos nas minhas tetas, apertando mamilos. Urgência: jogo acabaria em breve. Acelerei, cona apertando a pila dele. Ele gozou primeiro, jato quente dentro. Eu explodi, corpo tremendo, mordi o ombro dele para não gritar. Poça entre nós, suor, cheiro de sexo.

Vestimo-nos a correr. Regresso ao parque, atrasados. Os outros boquiabertos, cheiravam o nosso segredo. Larguei-o em casa: ‘Liga-me, Ferdinand.’ Ele: ‘Sim, Véro.’ Em casa, marido perguntou pelo jogo. Sorri, beijei-o. Dushei o cheiro dele, mas a aliança lembrou tudo. Culpazinha? Um pouco. Mas excitada pra caralho. Amanhã, mensagens dele. Dupla vida: dia santa, noite puta secreta. O risco… vicia.

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