Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Esposa Fiel e Amante Insaciável

Eu sou a Ana, 38 anos, casada com o Pedro há 12. Vida perfeita: casa em Lisboa, dois filhos, emprego como gerente de marketing numa firma grande. Todo mundo me vê como a esposa dedicada, a profissional séria. Mas… ai, meu Deus, tenho um segredo que me consome. O Miguel, meu colega de equipa. Aquele olhar dele nas reuniões… faz o meu coração disparar. Ontem, mais uma vez. O patrão viajou para o Porto, escritório quase vazio. Eu disse ao Pedro que ia ficar até tarde por causa de um relatório. Mentira. A tensão subia desde o almoço. Ele mandou mensagem: ‘Vem ao meu gabinete. Agora.’ O meu pulso acelerou. Olhei para a minha aliança brilhando no dedo. ‘Não devias, Ana. Pensa nos filhos, no Pedro.’ Mas o desejo… era mais forte. As pernas tremiam enquanto caminhava pelo corredor vazio. Cheguei à porta, bati baixinho. Ele abriu, puxou-me para dentro, trancou.

‘Finalmente sozinhos’, murmurou, colando o corpo ao meu. Senti o pau dele já duro contra a minha saia. Beijámo-nos com fome, línguas enroscadas, mãos por todo o lado. ‘Tira isso’, disse eu, ofegante, abrindo a blusa dele. Ele rasgou os botões da minha camisa, expondo o sutiã de renda. Mordi o lábio. ‘Rápido, Miguel. Não podemos arriscar.’ Ele riu baixo: ‘É isso que me excita, Ana. Sabes que és casada e vens foder mesmo assim.’ Virou-me contra a secretária, levantou a saia até à cintura. As cuecas? Puxou-as de lado. Senti os dedos dele na minha buceta, já encharcada. ‘Estás molhada pra caralho’, gemeu. Eu gemi também: ‘Sim, fode-me já. Enfia esse caralho grosso.’ Ele não esperou. Desabotoou as calças, cuspiu na mão, passou no pau latejante. Num empurrão, entrou todo. Ahhh! O contraste… a aliança fria no meu dedo, a mão dele quente apertando o meu rabo. Batia forte, rápido, o som da pele contra pele ecoando no gabinete. ‘Mais forte, desfaz-me!’, pedia eu, arqueando as costas. Ele obedecia, uma mão no meu clitóris, esfregando sem piedade. O coração martelava no peito – e se alguém entrasse? Essa ideia… fazia-me pingar mais. Mudei de posição: sentei na secretária, pernas abertas, ele entre elas. Olhos nos olhos: ‘Gostas de trair o teu marido, não é?’ ‘Sim… fodo-te como puta.’ Ele acelerou, os tomates batendo na minha bundinha. Gozei primeiro, o corpo convulsionando, buceta apertando o pau dele como um torno. ‘Porra, Ana, vou encher-te!’ ‘Sim, goza dentro, enche-me de porra quente!’ Ele explodiu, jatos quentes inundando-me. Ficámos ofegantes, suados, colados.

A Rotina Impecável e o Fogo Proibido

Depois… o pânico bom. Limpámo-nos às pressas com lenços. Ajustei a saia, a maquilhagem borrada. ‘Vai primeiro’, disse ele. Saí, corredor vazio, alívio. Cheguei a casa, Pedro a sorrir: ‘Como correu o trabalho?’ ‘Cansativo, mas bom.’ Beijei-o, sentindo a porra dele ainda a escorrer devagar pelas coxas. Jantei, pus as crianças na cama, deitei-me ao lado do marido. Ele adormeceu, eu… toquei-me baixinho, revivendo tudo. Culpa? Um pouco. Mas o prazer… o segredo, o risco de ser apanhada. É viciante. Amanhã, mais uma reunião com o Miguel. Já sinto o formigueiro. Sou a esposa perfeita… e a amante gulosa. Quem diria?

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