Sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o João. Vida perfeita em Lisboa: casa arrumadinha nos subúrbios, emprego como advogada num escritório chique. Todos me veem como a mulher impecável, sempre sorridente nas reuniões de família, aliança brilhando no dedo. Mas… ai, meu Deus, tenho uma double vida que me deixa a tremer de excitação.
Tudo começou há meses. Fui convidada para um retiro secreto numa ilha no meio do Tejo, tipo um curso de ‘desenvolvimento pessoal’ esotérico. Lá conheci o Bertrand, 40 anos, recém-chegado, olhos famintos. Ele era como eu: vida normal, mas com um fogo escondido. Trocar mensagens… hesitante no início. ‘Não podemos’, eu dizia. Mas o coração batia forte só de pensar nele. Ontem, de novo. Acordei com o João, beijei-o preguiçosa, vesti o fato-talão. No carro pro trabalho, a mão tremeu no volante. A aliança fria contra o calor da memória: as mãos dele na minha pele, quentes, urgentes.
O Segredo que Me Consome
O dia arrastou-se. Reuniões, papéis. Mas eu planeava: sair cedo, dizer que era overtime. Peguei o barco discreto para a Ilha Holavera, nosso fief secreto. Cheguei ao anoitecer, praia deserta, fogo crepitando ao longe com os outros ‘alunos’. Bertrand esperava atrás das rochas, bonnet preto na cabeça como os nossos. ‘Ana…’, murmurou, voz rouca. Abracei-o forte, cona já molhada só de o cheirar. ‘Temos de ser rápidos’, sussurrei, culpada mas louca de desejo. Ele riu baixo: ‘Sabes que adoro o risco’. Mãos dele na minha saia, subindo, dedos grossos roçando a renda das cuecas. Meu coração martelava, e se alguém visse?
Empurrou-me contra a rocha fria, beijou-me selvagem, língua invadindo. Tirei-lhe a camisa, unhas nas costas dele. ‘Quero-te agora’, gemi. Ele ajoelhou-se, ergueu a saia, lambeu-me a cona por cima da renda. ‘Estás encharcada, puta secreta’, disse, voz suja. Rasgou as cuecas, língua no clitóris, chupando forte. Gozei rápido, pernas tremendo, mordendo o lábio pra não gritar. Levantei-o, abri a braguilha: caralho duro, grosso, veias pulsando. Engoli-o inteiro, saliva escorrendo, bolas na mão. Ele gemeu: ‘Assim, Ana, engole o meu pau todo’. Fodi-lhe a boca uns segundos, depois ele virou-me, cona exposta ao ar salgado.
O Êxtase Proibido na Ilha
Empurrou o caralho de rompante, fundo, enchendo-me. ‘Fode-me forte’, pedi, voz trémula. Ele bombava rápido, mãos nos meus peitos, beliscando mamilos duros. Pausa: vi a aliança no meu dedo, contrastando com a mão dele na minha bunda, marcando. Adrenalina pura – o fogo ali perto, vozes distantes. ‘Mais rápido, antes que nos vejam’, ofeguei. Ele acelerou, caralho a latejar dentro, bolas batendo na minha pele. Gozei de novo, cona apertando-o, unhas cravadas. Ele explodiu: ‘Vou gozar na tua cona casada!’, jorrou quente, enchendo-me. Caímos ofegantes, suor misturado com areia.
Limpei-me às pressas com as cuecas rasgadas, vesti-me. Beijo final, urgente. ‘Volta logo’, disse ele. Barco de regresso, mar negro, coração ainda disparado. Cheguei a casa às 23h, João dormia no sofá, TV ligada. Beijei-lhe a testa, cheirei a sexo mas ele não notou. Deitei-me, cona latejando com o sêmen dele dentro. Toquei-me devagar, recordando. Amanhã, vida normal: café com marido, emails. Mas o segredo queima, delicioso. Sou a esposa perfeita… e a amante viciada no risco. Quem diria? Mal posso esperar pela próxima vez.