Eu sou a Inês, 37 anos, advogada em Lisboa. Casada com o Miguel há 12 anos, dois filhos, casa na periferia, jantares em família, yoga às segundas. Todo mundo me vê como a esposa perfeita, a profissional séria. Mas… meu Deus, se soubessem. Meu coração acelera só de pensar. Há meses, revivi um segredo da juventude. Na faculdade, eu e a minha melhor amiga, a Carla, partilhávamos um amante: o João, angolano, alto, pele escura, caralho enorme que nos deixava loucas. Ele desapareceu, casou, mas eu o encontrei no Facebook. E descobri: tem um irmão gémeo, o Luís, idêntico, igual fome. Elas – quer dizer, nós – falávamos disso ainda agora, em cafés, rindo nervosas. Mas eu quis mais. Menti pro marido: ‘Saio com a Carla, noite de girls’. Ele nem piscou. Aliança no dedo, batom discreto, saio de casa às 22h, coração aos pulos. Dirijo até ao club discreto nos subúrbios, o tipo de sítio onde casadas como eu vão se soltar. Estaciono, pernas tremem. E se alguém me vê? E se o Miguel liga? Entro, luz baixa, cheiro a sexo no ar. Eles estão lá, à minha espera, mesa no canto. João sorri, mão grande na minha cintura. ‘Inês, tão linda como sempre.’ Luís beija meu pescoço, sussurra: ‘Senti falta disto.’ Meu corpo reage logo, buceta molhada. Dançamos, corpos colados, suas mãos descem, apertam minha bunda por cima do vestido justo. ‘Tens pressa? Marido espera?’, provoca João. ‘Sim… mas foda-se.’ Rimos baixinho, culpados, excitados. Vamos para o quarto privativo, porta mal fechada. Urgência total – tenho de voltar antes da 1h.
Eles me despem rápido. Vestido no chão, soutien e tanga preta. Fico nua, aliança brilhando contra a pele escura da mão do João, que me aperta os peitos. ‘Olha esta puta branca casada’, diz ele, rindo. Eu gemo, ajoelho. Dois caralhos grossos, pretos, veias saltadas, à minha frente. Chupo um, depois o outro, saliva escorrendo, garganta funda. ‘Boa menina’, murmura Luís, fode minha boca. João me vira, empina minha bunda. Dedos na buceta, molhada pra caralho. ‘Tá pronta.’ Ele enfia de supetão, caralho enorme rasgando, eu grito: ‘Porra, devagar!’ Mas não, ele soca forte, bolas batendo no cu. Coração explode no peito, suor frio – e se o marido liga agora? Luís na frente, enfia na boca pra calar. Sou sanduiche, fodida nos dois buracos, rápida e bruta. Trocam: Luís no cu, lubrifica com cuspe e minha baba. ‘Relaxa, puta.’ Dói gostoso, arromba, eu gozo gritando no caralho do irmão. ‘Vai, enche ela de porra!’ João goza primeiro, jatos quentes na buceta, escorrendo pelas coxas. Luís puxa cabelo, fode cu mais fundo, explode dentro, porra pingando. Eu tremo, pernas moles, cheiro de sexo por todo lado. Cinco minutos de beijos lambidos, limpo caralhos com a boca. Visto-me às pressas, maquilhagem borrada, buceta latejando, cu ardendo.
A Rotina Perfeita e o Fogo do Segredo
Saio do club, ar fresco na cara, dirijo pra casa devagar, aliança fria no volante. Chego 00:45, marido dorme no sofá, TV ligada. Beijo na testa dele, ‘Boa noite amor’. Deito, corpo exausto mas vivo. Lavo o rabo, porra ainda saindo, mas guardo o cheiro na memória. Culpa? Um bocadinho, sim – ele merece melhor. Mas o frisson… meu Deus, o risco de ser apanhada, a porra dos dois gémeos dentro de mim enquanto abraço o marido. Amanhã sou a Inês certinha no tribunal, mas à noite? Sonho com o próximo segredo. Eles mandam mensagem: ‘Volta logo, puta.’ Meu cu pulsa. Sim, volto. Esta dupla vida é o meu vício.