Chamo-me Ana, tenho 44 anos, casada com o João há 18 anos. Dois filhos, casa em Lisboa, advogada numa firma conceituada. De fora, sou a mulher perfeita: jantares de família, yoga aos sábados, posts no Instagram de vida impecável. Mas… tenho uma dupla vida. O meu ex, o Rui, de 46 anos, divorciado, com casa no Algarve e uma piscina que me enlouquece. Encontrámo-nos há meses por acaso num congresso em Faro. Desde então, mensagens codificadas, encontros roubados. O coração acelera só de pensar. Ontem à noite, disse ao João que tinha de voltar ao Algarve por um caso urgente. Mentira. Fui direita para casa dele.
Era quente, húmido, o ar pegajoso. Cheguei de vestido leve, salto alto, aliança a brilhar no dedo. Ele abriu a porta, sorriso cúmplice. ‘Entra, Ana, a piscina espera.’ Jantámos vinho branco, conversámos do passado. Eu, nervosa, olhava o telemóvel – o João podia ligar. ‘Sabes que sou casada, Rui. Isto é loucura.’ Ele riu: ‘Mas queres parar?’ Não. O desejo queimava. ‘Quero mergulhar para refrescar’, disse eu, fingindo casual. ‘Sem fato de banho.’ Tirei o vestido, fiquei de renda preta – sutiã e tanga finos. Ele via tudo: mamilos duros, a cona depilada por baixo da renda molhada depois. Entrei na água iluminada por luzes subaquáticas. O coração batia forte, como um tambor. E se alguém visse? A adrenalina molhava-me mais que a água.
O Segredo que Me Consome
Ele despiu-se nu, pau já meia-bomba, saltou para mim. ‘Estás linda, Ana, melhor que aos 20.’ Aproximou-se, luz a delinear o meu corpo. Via as aréolas pela renda, a tanga transparente colada à cona inchada. Corou, virou-se, mostrou o rabo redondo. ‘Não olhes assim, Rui. Engordei, as ancas largas, não sou mais a miúda.’ Abracei-a por trás: ‘Menti para as putas novas, mas contigo é real. Fazes-me foder como louco.’ Ela tremeu. ‘Só um carinho, ok?’ Deitei-a de costas na água rasa, acariciei costas, flancos, rocei os seios. Suspiros. ‘Faz tempo que não sinto isto.’ Falámos do passado: ‘Lembras quando me fodes-te o cu pela primeira vez? O João odeia isso.’ ‘Sim, e tu adoravas o meu caralho a abrir-te.’ Ela franziu: ‘Não fales assim, excita-me.’ Saímos. Tirei a tanga molhada à frente dele, sutiã também. Nuas, à beira da piscina.
Explosão de Prazer Proibido
Ele secou-me as costas, mãos desceram ao rabo. Virei-me: ‘Rui, para, senão… não aguento.’ ‘Decide tu.’ Beijei-o, faminta. Chupei-lhe os mamilos, ele ajoelhou-se, nariz na cona, cheirou-me. ‘Tão molhada, Ana.’ Língua plana a lamber como cão, redor da cona, clitóris inchado. ‘Aaaah, Rui, chupa bem!’ Abri as pernas no chaise-longue, ele ergueu-as, pressionei contra o peito. Língua no cu, a furar o anel. ‘Sim, prepara-me aí!’ Gemi alto. Ele levantou-se, pau duro apontado à cona. Olhei: ‘Entra devagar.’ Empurrou, cona a apertar. ‘Reconhece-te, caralho grosso.’ Fodi-a forte: ‘Agora o cu.’ Lubrificado pela cona, entrou no cu apertado. ‘Aiii, faz tempo! Fode-me como puta.’ ‘Imagina filas de caralhos à espera.’ ‘Simmm, fode-me o cu até gozar!’ Acelerei, ela masturbava o clitóris, corpo em espasmos. ‘Gozo, Rui! Gozzzz!’ Apertei, jorrei no cu fundo, ondas de prazer.
Caí sobre ela, beijos. ‘Mantém as pernas abertas, cona e cu expostos.’ Ela riu: ‘Dominador.’ Olhei o relógio – meia-noite. ‘Tenho de ir.’ Vestimo-nos às pressas. No carro, aliança fria no dedo quente do Rui. Cheguei a casa, João dormia. Tomei banho rápido, deitei-me cheirando a sexo. Secret guardado. Amanhã, vida normal: reuniões, família. Mas o cu lateja, lembro o caralho dele. Esta dupla vida vicia-me. Mal posso esperar pelo próximo risco.