Confissão Íntima: Minha Dupla Vida de Esposa Fiel e Amante Viciada no Risco

Sou a Ana, 38 anos, casada há 12 com o João, um homem estável, gerente de banco. Moro em Lisboa, trabalho como advogada num escritório chique. Todo mundo me vê como a esposa perfeita: casa impecável, jantares em família, yoga aos sábados. Mas… há um segredo que me come por dentro. O Paulo, meu colega de escritório, 42 anos, casado também. Começou com olhares no corredor, depois mensagens quentes no WhatsApp. ‘Quero te foder agora’, ele diz. E eu, puta que pariu, derreto.

É sexta-feira, 17h. O João liga: ‘Volto cedo, amor, preparo um vinho pra nós’. Sorrio, mas meu coração já acelera. Mando mensagem pro Paulo: ‘Motel das Palmeiras, 17h30. Rápido, antes de ir pra casa’. Ele responde: ‘Tua cona já tá molhada?’. Engulo em seco, olhando a aliança no dedo. Culpa? Um pouquinho. Mas o tesão ganha. Saio do escritório, maquio-me no carro, shortinho justo, blusa decotada. Dirijo nervosa, suor frio nas costas. E se o João liga? E se alguém me vê? Esse risco… me deixa ensopada.

A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Consome

Chego ao motel, quarto escuro, ar condicionado gelado contra minha pele quente. Paulo já tá lá, de cueca, pau duro marcando. ‘Finalmente, safada’, rosna, me puxa pela cintura. Nossos lábios colam, línguas urgentes, gosto de cerveja na boca dele. Minhas mãos no peito peludo, unhas cravando. Ele arranca minha blusa, mama pra fora, chupa o bico duro como pedra. ‘Tua aliança brilha enquanto eu te como’, murmura, lambendo meu pescoço. Eu gemo: ‘Cala a boca e me fode, rápido, o João espera’. Coração martelando no peito, ouço o tic-tac do relógio. Urgência pura.

O Encontro Proibido que Me Fez Gozar Sem Parar

Ele me joga na cama, arranca o short. ‘Olha essa cona raspadinha, pingando pra mim’. Dedos grossos entram, dois, três, mexendo fundo. Eu me contorço, pernas tremendo. ‘Paulo, porra, mete logo!’. Ele ri, se posiciona, caralho grosso, veias pulsando, empurra tudo de uma vez. ‘Ahhh, fode, rasga minha buceta!’. Ele soca forte, cama rangendo, minhas tetas quicando. Olho pro espelho: eu, casada, sendo arrombada por outro. Pego no pau dele saindo e entrando, molhado de mim. Viro de quatro, ele cospe no cu, enfia o dedo: ‘Quero esse rabinho apertado’. Empurra devagar, dói gostoso, depois acelera. ‘Toma no cu, puta casada!’. Grito, gozo forte, esguicho no lençol, corpo convulsionando. Ele não para, me vira, enfia na boca: ‘Chupa meu leite’. Engasgo no cheiro de cu e cona, ele explode, porra quente escorrendo no queixo.

Cinco minutos pra limpar. Banho rápido, cheiro de sabonete disfarçando o sexo. Visto-me tremendo, pernas moles. ‘Volta logo, safada’, ele diz, beijo rápido. Dirijo pra casa, coração ainda disparado, aliança suja de porra disfarçada. Chego, João abre a porta: ‘Onde tava, amor? Jantar pronto’. Sorrio: ‘Com as meninas, demorou’. Sento à mesa, cona dolorida, gosto de porra na boca. Ele me beija a testa, inocente. Dentro de mim, fogo: o segredo guardado, o risco de ser pega… me excita mais que o sexo. Amanhã, yoga de boa moça. Mas segunda, no escritório, olhares com Paulo. Minha dupla vida? Perfeita. Viciante.

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