Confissão: A Minha Dupla Vida de Esposa Fiel e Amante Insaciável

Eu sou a Maria, 38 anos, casada há 15 com o João, advogado respeitado, vida impecável em Lisboa. De dia, sou a profissional séria no escritório, saias lápis, blusas discretas, aliança a brilhar no dedo. Ninguém imagina. Mas à noite… ai, à noite o desejo explode. Tenho um amante, o Pedro, 28 anos, barman num pub irlandês perto de casa. Ele é alto, moreno, corpo esculpido, barba que me irrita mas me excita. Começou há meses, um copo de gin depois do trabalho, olhares que queimam. Agora, é vício. O risco de ser apanhada? Isso é o que me molha.

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Hoje, saí do duche, vapor no espelho, corpo ainda quente. Olho-me: seios firmes, ancas largas, cona depilada. Visto-me devagar – saia justa sem cuecas, top fino. Nada por baixo, como gosto. O João liga: ‘Jantas em casa?’ Minto fácil: ‘Sim, mas saio com as amigas do escritório.’ Coração acelera. Ele confia. Pobre João, tão certinho, sexo vanilla aos sábados. Eu preciso de mais. Pego na mala, aliança fria contra a pele quente. Dirijo ao pub, mãos a tremer no volante. E se alguém me vê? E se o João liga outra vez? Adrenalina pura, buceta já húmida.

A Rotina Perfeita e o Segredo que Me Arde Por Dentro

Chego ao pub, música celta baixa, luzes ténues. Pedro atrás do balcão, sorri malandro. ‘Boa noite, doutora.’ Voz grave, olhos famintos. Sirvo um mojito, fico no canto escuro. Conversamos pouco – ‘Sentes falta?’ ‘Sempre.’ Ele fecha cedo hoje, diz ao colega que vai ao stock. Sigo-o para trás, coração na garganta. Porta bate, escuridão. Aliança brilha fraca quando agarro a braguilha dele. ‘Rápido, Pedro, tenho de voltar.’ Ele ri, baixa as calças. Caralho duro, grosso, veias saltadas. Chupo voraz, língua na glande, bolas na mão. ‘Caralho, Maria, que boca gulosa.’ Engasgo-me, saliva escorre, gosto salgado. Ele geme baixo, mãos no cabelo.

O Encontro Proibido e o Frisson do Regresso

Não aguento. Levanto saia, encosto à parede fria. ‘Fode-me agora.’ Ele empurra, caralho entra fundo na cona encharcada. ‘Estás tão molhada, puta casada.’ Pau a rasgar, bolas a bater no cu. Aliança roça o peito dele, lembro-me do João, culpa picada mas fogo maior. Bombo forte, urgente – cinco minutos, no máximo. ‘Mais rápido, vai, goza dentro.’ Ele agarra tetas, morde pescoço. ‘Gostas do risco, hem? Imagina o teu marido a saber.’ Acelero ancas, clítoris inchado roça o osso púbico dele. Orgasmo vem, cona aperta, grito abafado. Ele explode, jorra quente, sêmen escorre pernas. Puxo cueca dele para limpar, mas lambo primeiro. ‘Delícia.’ Beijo rápido, cheiro a sexo no ar.

Saio primeiro, ar fresco na cara corada. Dirijo casa, pernas moles, cona latejante, esperma a pingar no banco. Chego, João dorme no sofá, TV ligada. ‘Chegaste?’ Murmura sonolento. ‘Sim, amor, cansada.’ Beijo na testa, aliança toca a dele. Deito-me, corpo exausto mas vivo. Lavo-me depressa, cheiro a Pedro ainda na pele. Amanhã, mais um dia de senhora perfeita. Mas no fundo, sorrio. O segredo é meu, o frisson meu. Culpa? Pouca. Excitação? Infinita. Quero mais. Já penso no próximo.

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