Confissão: A Minha Dupla Vida de Esposa Exemplar e Amante Insaciável

Sou a Ana, 38 anos, casada há 15 com o João, gerente de banco, vida impecável em Lisboa. De dia, sou advogada respeitada, salto alto, saia lápis, aliança a brilhar no dedo. Ninguém imagina que à tarde, quando digo ‘reunião extra’, o coração me bate forte de excitação. Adoro o risco, o medo de ser apanhada. Ontem, marquei com o Pedro, um gajo do site, num apartamento que aluguei escondido. Mandei mails picantes, prometi fotos para o aquecer. De manhã, no banho, raspei a cona toda, só um triângulo pequeno acima das lábios. Tirei fotos: dedos na cona molhada, plug no cu a entrar devagar. Depois, dois pepinos – um na cona, outro no cu, agachada, pernas a tremer de tesão. Mandei-lhe, ele respondeu: ‘Vai ser brutal’. O marido beijou-me à saída, inocente. Eu, já pingando.

Cheguei ao prédio, quarto andar, porta entreaberta como combinado. Entrei, vestida com robe curto, collants pretos, salto alto, lenço nos olhos para não ver o rosto dele – mais segredo, mais adrenalina. Fechei a porta, coração aos pulos. Ele chega por trás, sinto o cheiro dele, mãos no meu braço nu. Arrepio-me toda. ‘Estás pronta?’, sussurra. Aceno, sim. Ele acende luzes fortes, spotlights no meu corpo, sinto-me exposta, nua mesmo com roupa. Tira-me o robe devagar, desabotoa o sutiã, mama para fora, grande e pesada. Morde o mamilo forte, dói mas excita. ‘Gostas assim?’, pergunta. ‘Sim… mais’, gemo, culpada mas louca de desejo. Ele ata-me as mãos atrás, sobe-as à escada, foto atrás de foto com o telemóvel. Sinto a aliança fria contra a pele quente dele. Ele lambe as axilas, ainda com cheiro a espuma, baixa o robe à cintura, mama exposta. Pica-me os mamilos, eu recuo mas volto, ‘Não pares’. Ele ri baixo, tira tudo menos collants e saltos. Abre-me as pernas à força, palmada no cu se eu fecho. Dedos na cona, dois de rompante, puxa para trás. Gozei ali, pernas bambas.

O Segredo que Esconde a Minha Rotina Perfeita

Ele manda-me ajoelhar, pau duro roçando a cara. ‘Chupa’, ordem. Abro a boca, lambo o caralho todo, bolas aos sacos, engulo fundo, engasgo mas continuo. Ele fode-me a boca como se fosse cona, deformando as bochechas. Sentada no sofá, ele entre as minhas coxas, lambe a cona, suga o clitóris, dedos no ponto G. Mouille-me toda, doce e pegajosa. ‘Quero a tua mão inteira’, peço, ousada. Lubrifica, fisting devagar – punho na cona até ao pulso, eu mexo os quadris, fodo-me no braço dele, grito animal quando gozo, cona a apertar forte, gel e sumo a escorrer. Ele fotografa o buraco aberto. Depois, capote no pau, monto-o, empalo-me fundo, mamas a bater na cara dele. Viro de quatro, abre-me o cu com dedos molhados de cona. ‘Enfia no cu’, imploro. Ele pressiona o caralho na roseta, entra aos poucos, remexe, depois fode forte. Sinto-o no fundo, mão dele na cona, dedos a tocar o pau pela parede fina. Gozo aos berros, ‘Fode-me mais, racha-me!’. Ele sai, arranca capote, goza na boca, engulo tudo, lambo as bolas.

Ficámos ali, suados, abraçados no sofá, eu com lenço ainda, sem ver o rosto. Ele veste-se, sai discreto. Eu arrumo tudo a correr – lençóis na máquina, cheiro a desinfetar. Olho o relógio: meia hora para o marido chegar. Visto-me, aliança no dedo, batom perfeito. No carro, cona ainda a pulsar, cu dolorido mas feliz. Chego, beijo-o, janto normal. De noite, deito-me ao lado dele, penso na foda, toco-me escondida. O segredo arde em mim, culpa mínima, tesão máximo. Quero mais. Ele mandou mensagem: ‘Volta? Levo um amigo’. O coração acelerou outra vez.

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