Eu sou a Ana, 34 anos, casada há oito, dois filhos pequenos, advogada em Lisboa com uma carreira impecável. Na rua, sou a senhora perfeita: saias discretas, aliança brilhando no dedo, sorrisos educados nos jantares de família. O meu marido, o João, é o sonho de qualquer um – estável, carinhoso, orgulhoso da minha ascensão política local. Mas… ai, o segredo. Adoro isso. O coração aos pulos, o medo de ser apanhada. Num seminário num hotel chique no Algarve, tudo explodiu de novo.
Estava aborrecida com as palestras políticas. Vi a Luzia, 37 anos, secretária de Estado, toda perfeita. Corpo esguio, nadando na piscina à noite como uma sereia. Eu… hesitei no borda, maillot colado à pele, sentindo o calor subir. Ela mergulha, água mal ondula. Os seios firmes no fato de banho, nádegas duras, pernas infinitas. Meu Deus, inveja? Desejo? Meu coração martelava. A aliança pesava no dedo enquanto eu nadava, pensando nela. Vida rangée vs. isso pulsar molhado entre as pernas. Não aguentava mais.
A Tensão do Segredo na Vida Perfeita
Voltei ao quarto, banho quente, dedos no clitóris. Imaginava a Luzia gemendo, mas não bastava. Abri o app de encontros – perfil anónimo, foto do corpo nu, rosto borrado. ‘Pronta para foder.’ Mensagens choveram. Escolhi o David, 36 anos, pauzão de 18cm nas fotos. ‘Vens?’ ‘Sim, hotel perto.’ Urgência total. Taxi às 23h, coração na boca. Ele abre a porta, musculado, olhos famintos. ‘Entra, puta.’ Ri nervosa. Beijo já na boca, mãos no peito dele. Sinto o volume no calção. ‘Quero chupar.’ Ajoelho, zipper down, caralho grosso, veias pulsantes, cheiro de macho. Engulo devagar, língua na glande, bolas na mão. Ele geme: ‘Caralho, que boquete!’ Gozo na boca, quente, salgado. Engoli tudo, sem engasgar.
O Encontro Proibido e Explosivo
‘Tira a roupa.’ Nua num segundo, sem cueca – vim preparada. Ele me vira, levrette na cama. Dedos na cona, encharcada. ‘Molhada pra porra.’ Empurra o caralho, rasga tudo. ‘Aiii, fode!’ Dor boa, estica-me toda. Bato as nádegas nele, urgente. ‘Mais forte!’ Grito, unhas na fronha. Viro, monto-o, cona engolindo até ao fundo. Orgasmo rasga-me, tremo toda, sucos escorrendo. ‘No cu agora.’ Ele lubrifica com minha baba, entra devagar. Queimadura deliciosa, cheia. Masturbo o clitóris, imagino a Luzia ali, gritando. Gozo explosiva, squirt no lençol. Ele enche-me o cu de porra, quente, jorrando.
Saio às 1h, pernas bambas, cu latejando, cheiro de sexo no corpo. Banho rápido no hotel, vista-me depressa. João liga: ‘Dormiste bem, amor?’ ‘Sim, cansada do seminário.’ Sorriso culpado no espelho, aliança limpa mas memória suja. Amanhã volto à vida perfeita – reuniões, família. Mas o segredo arde, excita. Risco de ser apanhada? Mata-me de tesão. Já quero mais. Dupla vida… viciante.