Confissão: A Minha Dupla Vida de Esposa Recatada e Amante Insaciável

Acordei com o estômago às voltas. Sou a Ana, 47 anos, casada há 20 com o Paulo, dois filhos adolescentes, gerente de banco em Lisboa. Vida perfeita, ou assim parece. Mas hoje era o dia da gravação daquela cena de sexo no filme indie que aceitei em segredo. Nada de porno, mas quente o suficiente para me deixar nervosa. Avisei o Paulo que estava stressada com o trabalho. Ele nem sonha que sou actriz amadora à noite. As miúdas queixaram-se ontem: ‘Mãe, aos 47? Vão ver-te nua nas redes!’ Respondi seca: ‘Sou actriz quando filmo, não a vossa mãe.’ O coração batia forte enquanto me maquilhei. O anel no dedo brilhava, acusador.

Cheguei ao estúdio em Cascais, nervosa. O Rui, o actor principal, 28 anos, corpo de ginásio, já estava nu no quarto de hotel cenográfico. Eu tirei tudo, cobri-me com o lençol. Ele fumava, o pau mole mas grande pendurado. ‘Relaxa, Ana, vai correr bem’, disse com sotaque lisboeta. O realizador, o Miguel, sentou-se na cama: ‘Missão do costume, vocês fodem em missionário simulado. Rui, mexe o cu. Ana, geme como se gozasses.’ Ri por dentro. Aos 47, ainda mexo com eles. ‘Action!’

A Rotina e o Segredo que Arde

Começámos a beijar-nos. As mãos dele nos meus peitos fartos, os mamilos endureceram. Senti o pau dele crescer contra a minha coxa. ‘Calma’, sussurrei. Mas ele roçou o clitóris, e… entrou. Devagar, todo. ‘Estás louco?’, murmurei, mas as ancas já ondulavam. Encheu-me por completo, grosso, quente. O lençol tapava, mas eu sentia cada centímetro. Comecei a responder, pernas à volta dele, unhas nas costas. ‘Sim, continua’, gemeu o Miguel, sem saber. O Rui acelerou, pilhando forte, os meus peitos a balançar. Esqueci a câmara. ‘Mais fundo, caralho’, pedi baixo. Gozei de verdade, o corpo a tremer, a boceta a apertar-lhe a pila. Ele veio logo depois, enchendo-me de porra quente. ‘Corta!’ Gritou o Miguel. Puxei o lençol. Porra a escorrer pelas coxas. ‘Perfeito, nem refilmo.’

O Êxtase Proibido e o Regresso à Normalidade

Fui à casa de banho, limpei-me às pressas. O coração martelava: e se o Paulo soubesse? Mas a culpa misturava-se com tesão puro. Seis meses depois, novo projecto, Rui lá estava. Jantámos, olhares quentes. No elevador do hotel, ele beijou-me selvagem. Na quarto: ‘Agora sem câmaras.’ Pus-me de joelhos, chupei-lhe a pila dura como pedra, bolas cheias. Ele gemeu: ‘Que boquinha gulosa.’ Deitei-me, ele lambeu-me a cona molhada, dedos no cu. ‘Fode-me forte.’ Capote no, entrou brutal. Missionário, depois de quatro, eu por cima a cavalgar, peitos a bater. No espelho da casa de banho, ele enrabou-me devagar – há anos não sentia isso. Gozei tantas vezes, gritei: ‘Enche-me o cu!’ Ele explodiu dentro. Dormimos enroscados.

No dia seguinte, beijo na cara e ‘nada de repetições’. Voltei à rotina: almoço familiar, reuniões. O anel no dedo contrasta com a memória da porra dele em mim. Culpada? Um pouco. Mas excitada para caralho. Esta dupla vida – esposa impecável, puta secreta – é o meu vício. O risco de ser apanhada? Faz-me molhar só de pensar. Quem diria que a Ana certinha guarda isto?

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *