Confissão Íntima: Minha Dupla Vida como Esposa Portuguesa e Amante Secreta

Sou a Ana, 42 anos, casada há 15 com o João, advogado respeitável como eu. Vida perfeita: casa em Lisboa, dois filhos na escola, jantares em família. Mas… ai, o segredo. O Pedro, 25 anos, filho do meu melhor amigo. Colega de estágio no escritório. Começou com olhares, depois mensagens. ‘Vem à minha casa amanhã, o João sai cedo’, mandei. Coração a bater forte enquanto limpava a cozinha. Aliança no dedo, brilhando. E se ele chegasse cedo? O risco… excita-me tanto.

Ele entra, sorri malandro. ‘Pronta, Ana?’ Beija-me o pescoço, mão na minha saia. Hesito: ‘O João liga às 6.’ Ele ri: ‘Tempo suficiente pra te foder como mereces.’ Desabotoa a blusa, mama exposta. Chupa o mamilo, duro já. Olho o espelho da sala, vejo-nos: eu, senhora séria, ele novo e forte. Tremo. ‘Liga-me os pulsos’, peço, voz rouca. Usa a minha ligas pretas. Mãos atrás, rendida.

O Segredo que Me Consome

Leva-me à cozinha, bandeia os olhos com lenço de seda. Escuridão total, sentidos loucos. Sol no peito nu, quente. ‘Ninguém vê daqui’, sussurra, massageando mamas. Dedos no clitóris, molhada já. ‘Pensa nos vizinhos a olharem.’ Imagino, danço contra a pila dele, dura entre nádegas. Ele abre gaveta. Frio no peito: garfo. Punta na pele, devagar. Arrepios. ‘Não pares’, gemo. Desenha círculos no mamilo, grifando leve. Dor boa, mistura com tesão. Ventre contraí-se.

Baixa, língua na cona. ‘Estás encharcada, puta casada.’ Pilão de madeira, bola no fim. Esfrega clitóris, penetra devagar. ‘Ahh, fode-me com isso!’ Empurro ancas, metal quente dentro. Ritmo acelera, sai e entra fundo. Depois, no cu: lubrificado pela minha tesão, desliza. Língua na cona, mão no mamilo, pilão no rabo. Gozo forte, pernas tremem, grito abafado. ‘Boa menina’, diz, lambendo sumos.

O Êxtase Proibido na Minha Cozinha

Tira bandeau, beija-me. Levanta-me ao balcão, pila na cona. ‘Sente-nos os dois.’ Pilão ainda no cu, ele fode devagar. Cheio total, duplo. Aliança roça pila dele, lembro o marido. ‘Mais rápido, antes que chegue!’ Acelera, porra quente dentro. Gozo de novo, unhas nas costas dele. ‘Amo isto, Pedro. O risco.’

Ele veste-se, beijo rápido. ‘Até amanhã, no escritório. Ninguém sabe.’ Saio da cozinha, pernas moles. Limpo pilão, garfo, lenço. Cheiro a sexo no ar, mas abro janela. João liga: ‘Volto cedo, amor.’ Sorrio, cona ainda a pulsar. Visto blusa, aliança limpa. Janto pronto. Mas dentro, arde. Dupla vida: esposa perfeita, amante viciada. O segredo? Mata-me de culpa… e excita mais. Mal posso esperar o próximo risco.

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