Confissão Íntima: A Minha Dupla Vida de Esposa Fiel e Amante Insaciável

Sou a Inês, 35 anos, casada com o Miguel há sete anos. De dia, sou a gerente de contas impecável no banco de Lisboa, com saias alisadas, sorriso profissional e aliança a brilhar no dedo anelar. A casa em Alcântara é perfeita: jantares românticos, fins de semana no Algarve. Mas à noite… ai, à noite o fogo consome-me. O Miguel viaja tanto, para Paris, Londres. Mando-lhe mensagens melosas para o manter preso. ‘Meu amor, a cama está fria sem ti. Sinto falta do teu pau a encher-me.’ Ele responde: ‘Amanhã chego, prepara a tua cona para mim.’ Sorrio, mas o meu corpo já pulsa por outro.

Hoje de manhã, o coração acelerou quando o Paulo, o meu amante, mandou SMS: ‘Hotel Ibis no aeroporto, quarto 205. Tenho 45 minutos antes do voo para o Porto. Vem foder.’ Paulo é o comercial da firma rival, corpo atlético, pau grosso que me deixa zonza. Hesitei? Um segundo. Olhei para a foto do Miguel na mesa-de-cabeça. Culpa? Sim, um aperto no peito. Mas a excitação venceu. A cona já latejava, molhada só de imaginar. ‘Ok, chego em 20’, respondi.

O Segredo que Começa em Casa

Vesti-me às pressas. Saia lápis preta, curta o suficiente para subir fácil, collants negros sem cueca – só para ele rasgar. Blusa de seda fina, mamilos duros a marcar o tecido. O perfume que o Miguel adora, mas para o Paulo cheirar em mim depois. A aliança? Não tirei. Gosto do contraste, o metal frio contra a pele quente dele. Saí de casa a dizer à vizinha: ‘Vou à farmácia, esqueci preservativos… quer dizer, analgésicos.’ Ela riu, inocente. No carro, mãos a tremer no volante. Coração aos saltos, tipo adolescente. E se o Miguel ligasse agora? E se alguém me visse?

Cheguei ao hotel, parkings quase vazios. Subi no elevador, sozinha, respiração curta. Bati à porta. Paulo abriu, olhos de predador. ‘Inês, minha puta casada. Entra.’ Beijou-me violento, língua invasora, mãos na bunda a apertar. Senti o caralho dele duro contra a minha barriga. ‘Tira isso’, ordenei, voz rouca. Ele riu: ‘Impaciente? O teu marido não te fode assim.’ Atirou-me à cama, rasgou os collants com um som seco. ‘Que cona molhada, caralho. Já pinga.’ Ajoelhou-se, lambeu-me o clitóris, sugando forte. Gemi alto: ‘Sim, chupa, Paulo! Mais fundo!’ Dedos entraram, dois, curvados no ponto G. Eu contorcia-me, unhas nas costas dele, cheiro a sexo a encher o quarto.

O Êxtase Proibido e o Regresso

‘Quero o teu caralho agora’, supliquei. Ele despiu-se rápido, pau erguido, cabeça vermelha, veias pulsantes. Deitei-me de costas, pernas abertas. Ele cuspiu na mão, untou, e meteu de rompante. ‘Ahhh! Fode-me forte!’ Batidas brutais, bolas a chapinhar na minha pele. A aliança roçava o peito dele, lembrete do risco. Mudei para cima, montei-o como uma louca, cona a engolir o pau todo. Ele torcia os meus mamilos: ‘Vai, espreme-me, vadia!’ O relógio marcava 30 minutos. Acelerei, clitóris a roçar no pubis dele. ‘Goza dentro! Enche a minha cona!’ Ele urrou, jorrou quente, esperma a transbordar. Eu vim logo, corpo em espasmos, visão turva.

Vestimo-nos a correr, suor colado à pele. ‘Até breve, minha rainha secreta’, disse ele, beijo rápido. Saí, pernas moles, cona a latejar com o gozo dele a escorrer. No carro, limpei-me com lenços húmidos. Cheiro? Duche rápida em casa. Cheguei a tempo de cozinhar o jantar ‘surpresa’ para o Miguel virtual. Mandei foto: ‘Preparada para ti.’ Ele: ‘Amo-te.’ Deitei-me, toco-me devagar, revivendo. Culpa? Pouca. O segredo arde mais que tudo. Sou a esposa perfeita… e a puta viciada no risco. Amanhã, repito.

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