Confissão: A Minha Dupla Vida de Esposa Recatada e Amante Insaciável

Eu sou a Maria, 42 anos, casada há 15 com o João, que trabalha na França a maior parte do tempo. Aqui na minha aldeia pequena no Alentejo, sou a professora respeitada, a mulher certinha que vai à missa aos domingos e cuida da casa impecável. Ninguém imagina o que se passa por dentro de mim. O João é bom homem, mas ausente, e o sexo connosco é rotineiro, sem fogo. Eu… eu preciso de mais. Adoro o risco, o segredo que me faz o coração bater forte.

Tudo começou no outono passado, no mercado semanal. O Ali, um mercador que vem de longe, com aqueles olhos escuros e mãos fortes, montou o seu posto de roupas e bugigangas. Eu fui comprar lençóis, como sempre, mas ele sorriu de um jeito… Meu Deus, senti um arrepio. ‘Precisa de ajuda, senhora?’, disse ele, tocando de leve no meu braço. A minha aliança brilhava no dedo, mas a mão dele era quente, calejada. Voltei no dia seguinte, só para o ver. Falámos baixo, entre as pilhas de tecidos. ‘A sua mulher é linda, mas parece triste’, murmurou. Eu corei, mas o desejo cresceu. A aldeia é pequena, todos se conhecem, o padre, os vizinhos… Se soubessem… Mas isso excitava-me mais. À noite, em casa, sozinha, toquei-me pensando nele, a cona já molhada só de lembrar o cheiro dele, a poeira do mercado.

O Segredo que Começou no Mercado da Aldeia

A tensão subiu dias a fio. Ele vendia a crédito, só para mim, e os olhares trocados eram como promessas. ‘Venha amanhã ao anoitecer, atrás do palheiro velho’, sussurrou uma vez. Meu coração martelava. Eu, a esposa fiel, a profissional impecável, a arriscar tudo por um estranho? Mas o corpo traía-me, os mamilos duros contra a blusa. Naquela tarde, fingi ir buscar ervas ao campo. O sol punha-se, o ar cheirava a terra seca. Ele esperava, encostado à parede de palha. ‘Maria… não devíamos’, disse, mas puxou-me para si. Senti o pau dele duro contra a minha barriga. ‘Temos de ser rápidos, o meu marido liga às oito’, gemi eu, culpada mas louca de tesão.

O Encontro Rápido e Proibido que Me Deixou a Arder

Ele não esperou. Rasgou-me a saia, as cuecas de renda que pusera para ele. ‘Estás tão molhada, puta casada’, rosnou, enfiando dois dedos na minha cona encharcada. Eu mordi o lábio para não gritar, o coração na garganta, ouvindo os cães ao longe. Caí de joelhos, chupei o caralho dele, grosso, veias saltadas, salgado de suor. ‘Assim, engole tudo’, mandou, segurando o meu cabelo. Levantei-me, virei-me contra a palha áspera que arranhava as costas. Ele cuspiu na mão, esfregou no cu e na cona, e fodeu-me com força, o caralho a entrar todo, batendo no fundo. ‘Mais rápido, Ali, fode-me como uma vadia!’, supliquei, as pernas a tremer. Ele agarrou a minha aliança, torceu o dedo, ‘Isto é do teu marido, mas este cu é meu’. Gozei primeiro, a cona a pulsar, esguichando no chão, gritando baixo. Ele veio logo depois, enchendo-me de porra quente, escorrendo pelas coxas. Cinco minutos, urgente, selvagem. Limpámo-nos com as mãos, beijos roubados.

Voltei a casa a correr, o cheiro dele na pele, a porra ainda a pingar um pouco. Tomei banho rápido, pus o jantar na mesa como se nada. O João ligou, ‘Tudo bem, amor?’. ‘Sim, tudo calmo’, respondi, sorrindo, mas por dentro ardia. Toquei a aliança, lembrei a mão dele, e toquei-me de novo no quarto, gozando em silêncio. Ninguém sabe, mas eu vivo isto: a esposa perfeita de dia, a puta secreta à noite. O risco? Mata-me de medo e excita-me mais. Quando o Ali volta ao mercado, o ciclo recomeça. Eu adoro esta dupla vida.

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